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Bolsonarista, bancada evangélica busca moderação no governo Lula

Depois de pedir votos para Jair Bolsonaro, a bancada evangélica pretende se moderar no governo Lula

atualizado

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Michel Jesus/Câmara dos Deputados
Reunião da Frente Parlamentar Evangélica
1 de 1 Reunião da Frente Parlamentar Evangélica - Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Depois de pedir votos para Jair Bolsonaro, a bancada evangélica pretende se moderar no governo Lula. O plano é compartilhado pelos dois deputados que disputam a presidência da frente parlamentar.

Eli Borges, do PL do Tocantins, e Silas Câmara, do Republicanos do Amazonas, esperam reduzir a oposição da bancada a pautas governistas no Congresso, com exceção às de costume. Tradicionalmente, esse grupo de deputados se opõe ferrenhamente a propostas progressistas.

Borges e Câmara querem até fazer audiências públicas para debater o papel da igreja na política. No governo Bolsonaro, a bancada atuava de um modo bem diferente. Influenciava no comando de ministérios e se desgastou na gestão do pastor Milton Ribeiro à frente da Educação. Ribeiro foi preso pela Polícia Federal, suspeito de abrir as portas da pasta para outros pastores cobrarem propina.

(Atualização às 23h do dia 6 de fevereiro de 2023: O deputado Eli Borges entrou em contato com a coluna informou que continuará sendo “oposição ferrenha” ao governo Lula.)

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