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Guilherme Amado

Análise: Forças Armadas não são monolíticas e golpe seria muito difícil

Forças Armadas não podem ser tratadas pela sociedade como uma instituição monolítica

Guilherme Amado12/07/2021 20:32, atualizado 12/07/2021 21:19
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Igo Estrela/Metrópoles
Novos comandantes do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira; da Marinha, almirante de esquadra Almir Garnier Santos; e da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Júnior. Eles posam para foto em pose militar - Metrópoles

As Forças Armadas não podem ser tratadas pela sociedade como uma instituição monolítica, ou seja, não se deve tomar o todo tendo como base apenas a atual cúpula dos três comandantes das Forças, que de fato vêm dando apoio às ameaças de Bolsonaro contra a democracia. O Exército, a Marinha e a Aeronáutica são muito mais diversos do que a atual cúpula.

No Diagnóstico desta semana, eu analiso a extrema dificuldade de apoio que um golpe teria e cito o artigo publicado segunda-feira (12/07) pelo general da reserva Otávio Rêgo Barros, ex-porta-voz do Planalto, em que ele fala sobre a necessidade de separar as pessoas das instituições.

Assista à íntegra da análise no vídeo abaixo.

Ou, se preferir, ouça no Spotify.