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Guilherme Amado

A primeira armadilha contra Tabata Amaral já está pronta em São Paulo

Adversários de Tabata Amaral montaram a primeira estratégia para inviabilizar a candidatura da deputada do PSB à Prefeitura de São Paulo

03/11/2023 12:00, atualizado 03/11/2023 16:01
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Gilmar Félix/Câmara dos Deputados
Fotografia colorida mostra a deputada Tabata Amaral, mulher branca de cabelos castanhos na altura dos ombros, olhando para o horizonte - Metrópoles

Aflorar a polarização política na cidade de São Paulo é a principal estratégia dos adversários de Tabata Amaral na disputa pela Prefeitura. Os envolvidos no processo eleitoral afirmam que a deputada do PSB não conseguirá viabilizar sua candidatura em meio ao cenário político conflagrado.

No espectro à direita, a eleição paulistana terá os deputados Kim Kataguiri e Ricardo Salles, que ainda não têm o aval de seus partidos para concorrer ao cargo. O prefeito Ricardo Nunes busca a reeleição e tenta construir um elo com Jair Bolsonaro para assegurar os votos dessa fatia do eleitorado. Já o deputado Guilherme Boulos, do PSol, será o apadrinhado de Lula.

Mais ligada à centro-esquerda, Tabata quer explorar a imagem do vice-presidente, Geraldo Alckmin. Ela ficou na terceira posição na pesquisa Datafolha feita em agosto, atrás de Boulos e de Nunes.

Os adversários da pessebista apostam que ela perderá votos por não conseguir defender posicionamentos de centro na eleição. Na visão de outros candidatos, Tabata sofrerá do “efeito Ciro Gomes” e sairá da eleição municipal menor do que entrou.