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Tropa de choque de Lula quer espaço no governo em 2027

Haddad disputou o governo de SP; Benedita, Gleisi, Pimenta, Randolfe, Tebet e Marina concorreram ao Senado, mas não se elegeram

29/10/2026 17:53, atualizado 29/10/2026 17:56
Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto
Tropa de choque de Lula quer espaço no governo em 2027

Aliados próximos de Lula esperam ocupar ministérios no quarto mandato do presidente, a partir de 2027. O grupo inclui Fernando Haddad, que disputou o governo de São Paulo, além de Benedita da Silva, Gleisi Hoffmann, Paulo Pimenta, Randolfe Rodrigues, Simone Tebet e Marina Silva, que concorreram ao Senado. Nenhum deles conquistou mandato em 2026.

Os aliados esperam que a atuação nas campanhas eleitorais conte na escolha dos ministros do próximo governo. Nos bastidores, o empenho nas disputas aparece como argumento para reivindicar espaço na futura equipe de Lula.

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7 imagens
Paulo Pimenta (PT-RS)
Benedita da Silva (PT-RJ)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Randolfe Rodrigues (PT-AP_
Simone Tebet (PSB-SP)
Fernando Haddad (PT-SP)
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Fernando Haddad (PT-SP)

Reprodução/Campanha Fernando Haddad
Paulo Pimenta (PT-RS)
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Paulo Pimenta (PT-RS)

Kebec Nogueira/Metrópoles
Benedita da Silva (PT-RJ)
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Benedita da Silva (PT-RJ)

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
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Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Agência Câmara
Randolfe Rodrigues (PT-AP_
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Randolfe Rodrigues (PT-AP_

Metrópoles
Simone Tebet (PSB-SP)
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Simone Tebet (PSB-SP)

Divulgação
Marina Silva (Rede-SP)
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Marina Silva (Rede-SP)

Malu Lopes/Metrópoles

Uma fonte ligada ao governo afirma que esses aliados “foram pro sacrifício” ao aceitar atuar em disputas eleitorais difíceis. Segundo a fonte, eles esperam que o presidente leve esse esforço em conta ao escolher os integrantes do próximo governo.

A mesma fonte explica que Lula usa a expressão “contrabando de opinião de terceiros” para criticar pessoas que apresentam ideias próprias como se fossem decisões do presidente. A frase expressa o incômodo de Lula com interlocutores que falam em seu nome ou atribuem a ele posições que ainda não assumiu.

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Segundo apuração da coluna, Lula só deve começar a discutir a formação do novo governo após o feriado de Finados, na próxima segunda-feira (2/11).