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Grande Angular

Técnica que acusou Magno Malta de agressão ainda não voltou ao trabalho. Entenda

O episódio de agressão relatado pela técnica de enfermagem em boletim de ocorrência teria ocorrido em 30 de abril

19/05/2026 15:59, atualizado 19/05/2026 16:05
Reprodução/ Redes sociais
Imagem colorida mostra Malta no hospital - Metrópoles

A técnica de enfermagem que acusou o senador Magno Malta de agressão dentro do Hospital DF Star, em Brasília, permanece fora do trabalho desde o episódio, ocorrido em 30 de abril.

A profissional, inicialmente, foi afastada das atividades por orientação médica. A coluna apurou que, após o prazo encerrar, ela tirou férias. A técnica relatou a pessoas próximas que ficou assustada e abalada com a repercussão do caso.

Procurado pela reportagem, o DF Star confirmou que a profissional está de férias.

Técnica que acusou Magno Malta de agressão ainda não voltou ao trabalho. Entenda - destaque galeria
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Caso aconteceu em 30 de abril, no Hospital DF Star
Senador Magno Malta (PL-ES) internado após um mal súbito
Magno Malta te sequela de tumor que causou lesões à medula nos anos 2000
Com eletrodos na cabeça, Magno Malta nega agressão a técnica: "Mentira"
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Com eletrodos na cabeça, Magno Malta nega agressão a técnica: "Mentira"

Imagem cedida ao Metrópoles
Caso aconteceu em 30 de abril, no Hospital DF Star
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Caso aconteceu em 30 de abril, no Hospital DF Star

Senador Magno Malta (PL-ES) internado após um mal súbito
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Senador Magno Malta (PL-ES) internado após um mal súbito

Imagem cedida ao Metrópoles
Magno Malta te sequela de tumor que causou lesões à medula nos anos 2000
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Magno Malta te sequela de tumor que causou lesões à medula nos anos 2000

Reprodução / Redes sociais

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela técnica, o senador estava internado para realizar angiotomografia de tórax e coronárias. Ela era responsável por conduzi-lo até a sala de exames, realizar a monitorização e iniciar os procedimentos, incluindo o teste de acesso venoso com soro.

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No início da injeção de contraste, o equipamento identificou oclusão e interrompeu automaticamente o procedimento. Ao verificar a situação, ela constatou o extravasamento do líquido no braço do paciente. Quando a técnica explicou a necessidade de compressão no local, o parlamentar teria reagido de forma agressiva, de acordo com o relato da profissional à polícia.

Na ocasião, Malta teria se levantado do aparelho e, quando a profissional se aproximou para prestar assistência, o parlamentar desferiu um tapa no rosto dela, chegando a entortar seus óculos, além de chamá-la de “imunda” e “incompetente” – ambas as situações negadas pelo senador.

Uma testemunha contou aos investigadores que não presenciou o tapa no rosto, mas disse que viu a colega logo após a situação e citou que o óculos dela estariam tortos – o que, segundo a vítima, teria sido consequência da ação de Magno Malta.

Nas redes sociais, o senador negou as agressões. “Vocês me conhecem. Eu nunca encostei a mão em ninguém, nem nas minhas filhas, nem em nenhuma mulher. Isso é falsa comunicação de crime”, disse.

O parlamentar também se pronunciou por meio de equipe jurídica, que emitiu nota. No documento, a defesa diz que Malta encontrava-se sob forte medicação, com a cognição comprometida. Nesse contexto, teria reagido ao sofrimento físico – e não à profissional –, acionando imediatamente o médico responsável por seu acompanhamento.