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Secretária de Educação tira abono em meio à greve dos professores

Pegou mal, inclusive dentro do próprio GDF, a ausência da secretária no momento de crise na pasta com a paralisação dos professores

atualizado

metropoles.com

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Hugo Barreto/Metrópoles
Hélvia Paranaguá secretária da Educação
1 de 1 Hélvia Paranaguá secretária da Educação - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, tirou abono durante esta semana, em meio à greve dos professores das escolas públicas. Segundo o pedido da gestora obtido pelo Metrópoles, a secretária solicitou a folga de segunda (9/6) a sexta-feira (13/6).

O abono de cinco dias para o servidor que não tiver falta injustificada no ano anterior é previsto em lei. Mas o que pegou mal, inclusive dentro do próprio GDF, foi a ausência da secretária justamente no momento em que os professores paralisaram as atividades e o governo voltou a negociar com o sindicato, com mediação da Justiça.

Durante manifestação em frente ao Palácio do Buriti, nesta sexta-feira, professores ironizaram o abono da secretária de Educação durante a greve.

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Cartaz indica greve dos professores no CEM 02, da Ceilândia
Parte das escolas públicas do DF fechou após a greve
Secretária de Educação tira abono em meio à greve dos professores - imagem 4
Em assembleia na quinta-feira (18/5), educadores rejeitaram proposição do Executivo local, em 2023
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Cartaz do Sindicato dos Professores no Centro de Educação Infantil 10 de Taguatinga
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Cartaz do Sindicato dos Professores no Centro de Educação Infantil 10 de Taguatinga

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Cartaz indica greve dos professores no CEM 02, da Ceilândia
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Cartaz indica greve dos professores no CEM 02, da Ceilândia

Fotos: Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Parte das escolas públicas do DF fechou após a greve
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Parte das escolas públicas do DF fechou após a greve

Breno Esaki / Metrópoles
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Thalita Vasconcelos/ Metrópoles
Em assembleia na quinta-feira (18/5), educadores rejeitaram proposição do Executivo local, em 2023
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Em assembleia na quinta-feira (18/5), educadores rejeitaram proposição do Executivo local, em 2023

Milena Carvalho / Metrópoles
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Thalita Vasconcelos/ Metrópoles

A greve dos professores da capital do país começou em 2 de junho. A categoria reivindica reajuste salarial de 19,8%, reestruturação do plano de carreira, nomeação de aprovados em concurso, entre outras melhorias. O GDF entrou na Justiça, que declarou ilegal a paralisação e fixou multa de R$ 300 mil por cada dia em que os professores estiverem em greve.

Ao Metrópoles Hélvia disse que está sem férias desde 2023 e tirou quatro dias de abono para participar de um casamento da sobrinha, no Ceará. “Suspendi as minhas férias porque o sindicato entrou em greve. Mas eu mantive quatro dias de abono em razão do casamento da filha do meu irmão em que eu fui madrinha”, afirmou.

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