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"Primeiro a ser fuzilado": Flávio Dino denuncia ameaças por mensagens

O ministro do STF Flávio Dino relatou que a Segurança da Corte identificou mensagens de ameaças de assassinato ou agressão contra ele

09/10/2026 10:13, atualizado 09/10/2026 10:36
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
“Primeiro a ser fuzilado”: Flávio Dino denuncia ameaças por mensagens

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino relatou, nesta sexta-feira (9/10), que a Segurança da Corte identificou “milhares” de mensagens com ameaças contra ele. O ministro publicou trechos dessas mensagens. Uma, publicada no X, afirmou: “O primeiro a ser fuzilado… Flávio Dino por ter proibido o acesso às armas”.

“Invadir o STF e fazer com Moraes, Dino e Zanin igual fizeram com Tiradentes, cabecinha em praça pública”, escreveu outro perfil.

Segundo Dino, “o ódio exposto nas mensagens deriva da repetição de mentiras, visando causar violência”. Veja as mensagens:

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Conteúdo foi divulgado por Dino nesta sexta-feira (9/10)
O ministro Flávio Dino
Ministro Flávio Dino foi alvo de ameaças de agressões
Ministro Flávio Dino
Mensagens divulgadas por Dino com ameaças
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Mensagens divulgadas por Dino com ameaças

Conteúdo foi divulgado por Dino nesta sexta-feira (9/10)
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Conteúdo foi divulgado por Dino nesta sexta-feira (9/10)

O ministro Flávio Dino
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O ministro Flávio Dino

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Ministro Flávio Dino foi alvo de ameaças de agressões
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Ministro Flávio Dino foi alvo de ameaças de agressões

Rosinei Coutinho/STF
Ministro Flávio Dino
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Ministro Flávio Dino

Hugo Barreto/Metrópoles

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“Em 37 anos como servidor público, nunca respondi a um único processo criminal. O ódio exposto nas mensagens deriva da repetição de mentiras, visando causar violência. Se as pessoas não concordam com decisões judiciais, elas podem recorrer aos Colegiados competentes. Não precisa matar o juiz que tomou a decisão, nem fazer discursos raivosos incitando perseguições e agressões”, afirmou Dino.

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O ministro ainda disse que não irá alterar a atuação profissional, pois “nunca minha perna ou minha mão tremeram, nem minha voz se alterou”.

“Mas fica uma reflexão essencial: se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário. Nem Constituição”, completou Dino.