Master: BRB pede ao TCDF mais prazo para se manifestar em processos
O BRB pediu aumento do prazo de resposta em três processos que tramitam no TCDF e tratam da relação com o Banco Master

O Banco de Brasília (BRB) pediu ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) aumento do prazo para responder aos questionamentos em três processos diferentes. Todas as ações tratam da relação do BRB como Banco Master.
Como mostrou o Metrópoles, o BRB enfrenta grave crise após comprar ativos podres do Master. O banco precisa fazer um provisionamento de aproximadamente R$ 8,8 bilhões, de acordo com o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza.

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Ver todasO pedido de mais prazo foi referente a três processos no TCDF. Veja do que trata cada um:
- TCDF apura uma denúncia acerca de possíveis irregularidades em normas do mercado financeiro atribuídas a gestores do Banco de Brasília S.A., da BRB Distribuidora de Títulos de Valores Mobiliários S.A – BRB DTVM e do BRB Crédito Financiamento e Investimento S.A – BRB CARD.
- A Corte analisa uma representação com pedido de cautelar sobre “graves fatos potencialmente irregulares no relatório preliminar da fase 2 de investigação independente, elaborado pelo escritório Machado, Meyer, Sendacz, Opice e Romano Advogados, com assessoria técnica da Kroll Brasil, contratado pelo Banco de Brasília para averiguar eventos relacionados à denominada Operação Compliance Zero”.
- O TCDF fiscaliza as transações entre BRB e Master.
No ofício em que pediu mais prazo, assinado em 10 de abril, o Banco de Brasília afirmou que há necessidade de “conclusão adequada, completa e tecnicamente consistente dos processos de apuração de responsabilidade de membros da alta administração e demais gestores eventualmente envolvidos”.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande Angular“A concessão de prazo adicional não configura procrastinação, mas medida necessária, proporcional e alinhada ao interesse público, por permitir que a apuração seja concluída de forma exauriente, técnica e juridicamente sustentável”, completou o banco.
O BRB pediu mais 15 dias úteis a fim de que “possa se manifestar de forma adequada acerca dos fatos trazidos”.
Os processos estão sob sigilo e são de relatoria da conselheira Anilcéia Machado.





