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GDF pede à CLDF retirada de imóveis da lei do BRB: “Erro”

O pedido de alteração na lei de socorro ao BRB foi protocolado na CLDF nesta segunda-feira (27/4)

atualizado

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Igo Estrela/Metrópoles
Palácio do Buriti - Metrópoles
1 de 1 Palácio do Buriti - Metrópoles - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O Governo do Distrito Federal (GDF) encaminhou à Câmara Legislativa do DF (CLDF) pedido para retirar dois imóveis públicos da lei que estabeleceu medidas para capitalização do Banco de Brasília (BRB). O projeto foi protocolado nesta segunda-feira (27/4).

No documento, a governadora Celina Leão (PP) pediu a retirada da Gleba A da Serrinha do Paranoá e de outro imóvel localizado no SIA.

Segundo documento da assessoria legislativa da Secretaria de Economia anexado ao pedido, “a alteração pretendida é medida que se impõe para corrigir erro na indicação dos referidos imóveis, os quais não poderiam o atingir o objetivo da lei de recomposição, reforço ou ampliação do patrimônio líquido e do capital social da instituição financeira BRB”.

Quando assumiu o GDF, Celina já sinalizou que retiraria o trecho da Serrinha do Paranoá da lei. “A questão ambiental é séria. Isso poderia contaminar os demais ativos para capitalização do BRB e manter o questionamento na Justiça. A área precisa ser preservada, tem muitas nascentes ali”, disse ao Metrópoles na época.
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Fachada do BRB
CLDF aprovou projeto de lei para socorrer o BRB
Governadora do DF, Celina Leão
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Governadora do DF, Celina Leão

Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília.
Fachada do BRB
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Fachada do BRB

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
CLDF aprovou projeto de lei para socorrer o BRB
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CLDF aprovou projeto de lei para socorrer o BRB

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O BRB enfrenta a pior crise financeira da história após prejuízos nos negócios com o Banco Master. Auditoria interna contratada pela nova gestão apontou que R$ 13,3 bilhões das carteiras adquiridas eram “total ou majoritariamente desprovidos de lastro”.

O banco precisa aumentar o capital – e tenta obter empréstimo de R$ 6,6 bilhões para isso, usando bens do GDF como garantia –, além de reforçar a liquidez por meio da venda de ativos.

 

 

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