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Comissão de Direitos Humanos do DF responde Damares sobre Bolsonaro
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CLDF, Fábio Felix respondeu recomendação em que Damares fala sobre queda de Bolsonaro na cela
atualizado
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O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputado distrital Fábio Felix (PSol), respondeu à recomendação da senadora Damares Alves (Republicanos) emitida após a queda do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na cela onde está preso, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
No documento de terça-feira (13/1), o parlamentar do DF manifestou concordância com respeito à dignidade humana, mas ressaltou que o colegiado não atua “de forma casuística e direcionada a proteção apenas de personagens específicos, mas preza por uma defesa consistente e comprometida com os direitos das pessoas privadas de liberdade”.
Fábio Felix afirmou, também, que “a defesa dos direitos humanos paga um alto preço, infelizmente, pela desumanização sistemática vocalizada nos discursos oportunistas e populistas”.
“Isso, muitas vezes, vem exatamente daqueles que hoje sofrem das mazelas dessa realidade. Esse reflexão deve nos fazer avançar em políticas públicas reais para correção dessas violações”, declarou.
O presidente da Comissão de Direitos Humanos da CLDF ainda disse: “Por fim, ressalta-se a relevância do fortalecimento dos mecanismos de controle, fiscalização e responsabilização institucional, com especial atenção às populações que permanecem invisibilizadas e desprovidas de voz pública, reafirmando o compromisso desta Comissão com a defesa intransigente dos direitos humanos, da legalidade e da dignidade da pessoa humana.”
Damares, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa no Senado Federal, solicitou à Polícia Federal informações detalhadas sobre o horário em que Bolsonaro foi encontrado na cela e motivos pelos quais a autoridade decidiu não levar o ex-presidente imediatamente para unidade de saúde.
Bolsonaro acabou fazendo exames no dia seguinte, em 7 de janeiro, após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.






