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Bomba no aeroporto: Moraes marca audiência de trio que tramou atentado

George Washington de Oliveira, Alan Diego dos Santos e Wellington Macedo de Souza respondem no STF pela tentativa de atentado

17/07/2026 13:16
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Bomba no aeroporto: Moraes marca audiência de trio que tramou atentado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes marcou para 21 de agosto a audiência de instrução do trio apontado como responsável pela tentativa de atentado com bomba no Aeroporto de Brasília, ocorrido na véspera do Natal de 2022.

Em despacho publicado nesta sexta-feira (17/7), o ministro frisou que, na audiência, serão ouvidos os três acusados: George Washington de Oliveira, Alan Diego dos Santos e Wellington Macedo de Souza. Testemunhas também prestarão depoimento.

A audiência de instrução é uma fase do processo penal na qual os envolvidos são ouvidos para esclarecer os fatos e fundamentar a decisão final do julgador.

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George Washington de Oliveira Sousa
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Wellington Macedo

HUGO BARRETO/METRÓPOLES
George Washington de Oliveira Sousa
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George Washington de Oliveira Sousa

Divulgação/CLDF
Alan Diego dos Santos
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Alan Diego dos Santos

Reprodução/CLDF

O trio já foi condenado pelo caso no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Posteriormente, parte do processo que trata dos crimes de associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e atentado contra a segurança de transporte aéreo foi remetida ao STF.

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Na denúncia apresentada ao STF, a Procuradoria-Geral da República (PRG) afirmou que Wellington dirigiu o veículo por meio do qual o artefato explosivo foi levado ao aeroporto. Já Alan Diego confessou ter sido responsável pela colocação do artefato no caminhão que estava estacionado no local.

George, segundo a denúncia, “adquiriu R$ 60 mil em armamentos e explosivos” e “fez pesquisas na internet sobre explosivos, no YouTube e em plataforma de compras antes da data do atentado, além de ter acessado notícias sobre o fato”. A PGR considerou que ele “participou do planejamento do atentado”.