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Grande Angular

As três derrotas de Rodrigo Rollemberg

O ex-governador do Distrito Federal sofreu três sucessivas derrotas, duas políticas e uma jurídica, nos últimos seis anos

01/03/2024 16:43, atualizado 02/03/2024 09:09
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Rodrigo Rollemberg

O ex-governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) sofreu três derrotas nos últimos seis anos.

Primeiro, perdeu a reeleição quando era governador, em 2018. Ele recebeu 30,21% dos votos válidos, e o estreante na política Ibaneis Rocha (MDB), que obteve 69,79% dos votos, foi eleito chefe do Executivo distrital.

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Rodrigo Rollemberg
Rodrigo Rollemberg, ex-Governador do DF
Rodrigo Rollemberg (PSB)
Rollemberg e Ibaneis, em 2019
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Rollemberg e Ibaneis, em 2019

Daniel Ferreira/Metrópoles
Rodrigo Rollemberg
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Rodrigo Rollemberg

Hugo Barreto/Metrópoles
Rodrigo Rollemberg, ex-Governador do DF
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Rodrigo Rollemberg, ex-Governador do DF

Michael Melo / Metrópoles
Rodrigo Rollemberg (PSB)
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Rodrigo Rollemberg (PSB)

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Quatro anos depois, em 2022, Rollemberg disputou as eleições para deputado federal, mas não foi eleito. Ele obteve 51.926 votos, mais do que Alberto Fraga (PL) e Gilvan Máximo (Republicanos), mas ficou fora em razão do cálculo para a distribuição das cadeiras nas eleições proporcionais, que considera também o desempenho do partido, e não apenas do candidato.

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A última derrota ocorreu no último dia 28 de fevereiro, no Supremo Tribunal Federal (STF). O PSB – partido de Rollemberg –, PP, Podemos e Rede Sustentabilidade questionaram o preenchimento de cargos no Legislativo a partir das chamadas sobras, quando as vagas para deputados não foram todas preenchidas pelas regras iniciais.

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O STF decidiu invalidar a norma, mas somente a partir das eleições de 2024. O que o PSB defendia era a declaração da inconstitucionalidade da exigência de o partido ter alcançado 80% do quociente eleitoral para disputar as sobras, com efeitos nas eleições de 2022, o que anularia o mandato de sete deputados federais. Nesse cenário, que foi descartado, Gilvan Máximo deixaria e Câmara dos Deputados e Rollemberg assumiria a cadeira.

Rollemberg foi nomeado secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A pasta federal é comandada pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, também filiado ao PSB.