Tá rolando? Wanessa Camargo fala da relação com Allan Souza Lima.
A cantora curtiu o último dia de desfile na Marquês de Sapucaí e conversou com a coluna, com exclusividade, sobre os rumores de romance

Quase cinco meses após ser flagrada em clima de romance com Allan Souza Lima, Wanessa Camargo falou sobre os rumores de affair com o ator. A cantora conversou com a coluna, com exclusividade, durante o último dia de desfile na Marquês de Sapucaí, na noite desta terça-feira (17/2).

Receba no seu email as notícias da coluna Fábia Oliveira
Frequência de envio: Diário
Ver todasEm seguida, ela falou sobre a relação com Allan Souza Lima: “Um amigo querido. Inclusive, vou encontrar mais tarde com o pessoal do Dança [dos Famosos]. A gente virou uma turma, foi um elenco que teve uma sintonia, uma sinergia muito boa. Nunca houve [relação], a gente é só amigo”, afirmou.
A vida no Carnaval
Criada no meio da música, Wanessa Camargo revelou se aceitaria desfilar à frente de uma bateria: “Como rainha, não. Mas já desfilei três vezes aqui no Rio, na Sapucaí, tanto no carro como no chão, e foi uma experiência incrível. E vim muitas vezes pra camarote, já cantei e fiz participações. Já tenho uma história, desde novinha”, comentou, antes de completar:
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Eu amo. Já fui pra Carnaval no Brasil inteiro, gosto muito do samba e gostaria de ter um samba melhor no pé, mas na alegria, vai, a gente consegue realizar na alegria o que não tem no samba”, declarou.
Sertanejo na novela
Ainda durante o bate-papo, a filha de Zezé opinou sobre a nova novela da Globo, Coração Acelerado, que tem mostrado a cultura sertaneja em sua trama.
“Acho maravilhoso. O Brasil é o país mais lindo, mais rico em cultura. Esses dias viralizou um vídeo de uma gringa falando da cultura brasileira e é legal porque, às vezes, a gente não olha pra essa cultura tão rica, tão incrível”, elogiou.
E prosseguiu: “É tão diversa, tão rica, que a gente tem que abraçar e respeitar todas as culturas, todas as religiões e todos os gêneros de música. A gente é tão rico e tem que valorizar isso porque são poucos países que tem“, encerrou.



















