Roubo na Grécia: especialista analisa caso de Haysam Ali e dá dicas
O turismólogo e apresentador do programa Aventureiros Vitor Vianna afirmou que casos como o que aconteceu com o ator são muito comuns

Recentemente, o ator Haysam Ali viveu um verdadeiro pesadelo durante uma viagem à Grécia: ele teve a mala roubada com vários pertences pessoais. Situações como essa, infelizmente, não são raras e podem acontecer com qualquer viajante, mesmo em destinos considerados seguros.
De acordo com o turismólogo e apresentador do programa Aventureiros Vitor Vianna, o primeiro passo nesses casos é registrar imediatamente um boletim de ocorrência junto à polícia local. Esse documento será fundamental para o acionamento do seguro. Caso o crime ocorra dentro de um aeroporto ou após o despacho da bagagem, também é importante comunicar a companhia aérea.
Importância da prevenção
O especialista explicou que o seguro-viagem é um recurso essencial e vai muito além da cobertura médica no exterior. Ele pode oferecer indenização em situações de furto, roubo ou extravio de bagagem, além de garantir suporte financeiro para a compra de roupas e itens de primeira necessidade. Em alguns planos, até atrasos e cancelamentos de voos estão contemplados.
No caso específico de roubo de mala, ele lembrou que, em geral, as seguradoras oferecem essa proteção como uma cobertura adicional. Por isso, reforçou a importância de conferir atentamente as condições do plano contratado, para evitar surpresas desagradáveis durante a viagem.
Perda de passaporte
Já em situações de perda de passaporte, a orientação de Vitor Vianna é procurar imediatamente a embaixada ou consulado brasileiro, onde é possível emitir um documento emergencial que permita ao viajante seguir a viagem ou retornar ao Brasil.
Para o turismólogo, episódios como o de Haysam Ali servem como um alerta: “Viajar é uma experiência transformadora, mas exige responsabilidade e preparo. Mais do que lamentar a perda de uma mala, é preciso estar consciente de que imprevistos podem acontecer com qualquer pessoa”, afirmou, antes de completar:
“O seguro-viagem, nesse sentido, não deve ser visto como um gasto extra, mas como um investimento em tranquilidade, capaz de transformar um grande problema em apenas um contratempo”, concluiu.

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