Rodrigo Faro enfrenta nova ação por publicidade enganosa envolvendo empresa
Ducilene Rodrigues afirma que contratou serviços da empresa após confiar na divulgação feita pelo apresentador e diz ter perdido o carro

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que Rodrigo Faro se tornou alvo de mais uma ação judicial envolvendo acusações de publicidade abusiva e enganosa relacionadas à Triê Soluções Financeiras. O apresentador, que já acumula outros processos com questionamentos semelhantes envolvendo a empresa, foi acionado em uma nova ação ajuizada em 22 de outubro, no Tribunal de Justiça de São Paulo.
Ducilene Rodrigues de Sousa entrou na Justiça contra o comunicador, a Triê Soluções Financeiras e a RF Comércio e Produções Artísticas LTDA. Nos autos do processo, ela relatou ter contratado os serviços da Triê para renegociar dívidas de financiamento veicular, reduzir o valor das parcelas e diminuir o débito. No entanto, acusa a empresa de não cumprir o que teria sido prometido, situação que, segundo ela, acabou levando à apreensão de seu carro.

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A mulher afirmou que a atuação de Rodrigo Faro como garoto-propaganda da empresa foi determinante para que decidisse contratar os serviços. Segundo Ducilene, o apresentador emprestou sua imagem e credibilidade ao negócio, transmitindo confiança sobre as soluções oferecidas.
Na ação, ela sustenta que Faro integrou a cadeia de fornecimento dos serviços e que sua participação teria ultrapassado os limites de uma simples divulgação publicitária. A autora classifica a publicidade como abusiva e enganosa, alegando que o comunicador teria apresentado como bem-sucedido um serviço que, na prática, não seria prestado nos moldes anunciados.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesJá a RF Comércio e Produções Artísticas LTDA, que tem Faro como sócio-administrador, também foi incluída no processo por figurar no contrato de publicidade firmado com a Triê. A empresa aparece como contratada no instrumento, por deter os direitos de uso da imagem, do nome e da voz do apresentador.
Os pedidos
Ducilene solicitou uma medida liminar para suspender os efeitos do contrato de adesão e impedir que a Triê cobre as parcelas que, segundo a autora, ainda estariam em aberto pelo serviço contratado.
Ela pediu a rescisão definitiva do contrato e a condenação dos réus à devolução em dobro dos valores pagos à empresa, que somariam R$ 27,4 mil e também solicitou o pagamento de uma multa contratual e uma indenização por danos morais de R$ 15 mil. O valor total da causa foi fixado em R$ 46.453,36.













