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Rayane Figliuzzi vira ré sob acusação de má-fé e omissão em sorteio
O caso, em que figura como ré, se junta a outros que já vem assombrando a influenciadora digital e namorada de Belo
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que Rayane Figliuzzi está envolvida em uma nova confusão na Justiça. O caso, em que figura como ré, se junta a outros que já vem assombrando a namorada de Belo.
O que aconteceu?
Erika Cipriano de Souza decidiu processar a influenciadora e a Gotrix Mobilidade Urbana. Nos autos da ação que a coluna teve acesso com exclusividade, a mulher afirma que participou de um sorteio no perfil de Rayane no Instagram, feito em parceria com a empresa. O prêmio era uma scooter elétrica da Gotrix.
A autora diz ter sido divulgada como a vencedora, mas foi surpreendida logo depois pela declaração de Rayane Figliussi de que não teria cumprido integralmente as regras para participação na ação. Ela garante que havia curtido o post do sorteio, ao contrário do que acusou a famosa.
Erika afirma que apresentou provas para a ré da regularidade de sua participação, mas acabou ignorada e lesada. Em paralelo, a Gotrix teria dito não ter responsabilidade sobre o ocorrido, nomeando Figliuzzi como a responsável por organizar a dinâmica.
Prejudicada, Cipriano sustenta ter havido má-fé e falta de transparência na condução do sorteio.
À Justiça, ela pede que as rés sejam condenadas a entregar a scooter prometida, no valor de R$ 11,5 mil, além de uma indenização por danos morais de R$ 10 mil.
Rayane se manifesta sobre a ação
Diante de informações que estão circulando sobre o sorteio de uma motocicleta realizado em suas redes sociais, a influenciadora Rayane Figliuzzi esclarece que todo o processo foi conduzido de forma transparente e em conformidade com as regras previamente estabelecidas e divulgadas aos participantes.
Como em qualquer sorteio, havia critérios obrigatórios que precisavam ser cumpridos para que o participante sorteado pudesse receber o prêmio. No primeiro resultado, a pessoa inicialmente sorteada não havia cumprido os requisitos exigidos no momento da realização do sorteio. Posteriormente, após a divulgação do resultado, essa participante passou a realizar as ações necessárias, na tentativa de demonstrar que teria atendido às regras.
No entanto, Rayane possui o registro em vídeo do momento do sorteio, que comprova que, naquele instante, a participante ainda não havia cumprido as exigências estabelecidas no regulamento.
Diante disso, e seguindo estritamente o que estava previsto nas regras do sorteio, foi realizado um novo sorteio. A segunda pessoa sorteada cumpria todos os critérios obrigatórios e, por isso, foi confirmada como a ganhadora da motocicleta.
Rayane Figliuzzi reforça que todo o processo ocorreu com transparência e responsabilidade.
A assessoria de imprensa da influenciadora permanece à disposição dos veículos de comunicação para prestar quaisquer esclarecimentos e se compromete, a partir de agora, a fornecer as informações necessárias, em respeito ao bom trabalho dos nossos colegas de profissão.
A assessoria jurídica de Rayanne Figliuzzi, representada por Márcia Passalini, também acrescenta que a influenciadora ainda não foi formalmente citada nos autos, razão pela qual eventual manifestação ocorrerá no momento processual oportuno.
Desde já, registra-se que o sorteio questionado foi realizado de forma pública, ao vivo e em estrita observância ao regulamento, sendo certo que a participante contemplada cumpriu integralmente todas as regras estabelecidas.
Ressalta-se, ainda, que a autora da ação não foi a vencedora do sorteio e não atendeu aos requisitos previstos no regulamento, circunstâncias que serão devidamente demonstradas por meio das provas já existentes.
Reafirmamos a confiança no Poder Judiciário para a devida apuração dos fatos.









