Mariana Goldfarb solta o verbo sobre coaches de relacionamento: "Jogo". Assista ao vídeo
A influencer, que está estudando psicologia, usou o Instagram, na quarta-feira (17/6), se revoltou contra as imposições feitas a mulheres
Estudando psicologia, Mariana Goldfarb resolveu se manifestar sobre as listas de indicações feitas por coaches de relacionamento para que mulheres consigam um relacionamento. Nos stories do Instagram, na quarta-feira (17/6), a influenciadora se revoltou contra os “moldes” e as regras publicadas nas redes sociais.
“Fazer para ser escolhida já está errado. Normalmente, essas páginas desses coachs mequetefes vêm com uma lista de afazeres ou de coisas que a mulher precisa ser. Essas características objetificam a mulher, despersonalizam. Então, não é o que você é, pouco importa. Na verdade, que você precisa se encaixar naquele modelo de mulher”, começou.
As regras
Ainda na publicação, ela comentou sobre as indicações: “Essas regrinhas: ‘Você não pode falar que você quer ter filhos para um homem’, por exemplo. Já escutei isso. Eu falo assim ‘por que que eu não posso?’. Onde que virou ruim falar que você quer ter uma família, o que você sonha, as coisas que deseja, o ser humano que você é?”, questionou, antes de completar:
“Eu não consigo entender. Eu fico meio perdida nessa equação. Porque acho que justamente quando a gente está no intuito de se relacionar com alguém, a gente tem que ser o máximo de transparente possível com essa pessoa. Porque a gente tem que mostrar o que a gente está fazendo aqui”, disparou.
Sem jogos
Em seguida, Mariana Goldfarb afirmou que não tem tempo a perder: “Temos 35 anos na cara, gente! Quem vai ficar fazendo jogo com 35 anos de idade? Não tem essa. Parece também que quanto mais a mulher é independente, inteligente, pior fica. Vai fechando a parada. Às vezes eu acho que os homens querem as mulheres burras, ingênuas. Ah, vá te catar!”, detonou.
E continuou seu relato, ao comparar a recomendação de não expor as próprias ideias a ter um membro amputado: “Basicamente, você não pode ser quem você é, tem que, às vezes, cortar um braço, uma perna para caber em um lugar. Às vezes, você tem que esquecer tudo que passou, viveu, leu e sabe para estar dentro de um lugar”, enumerou.
No fim, ela analisou: “Isso não é um relacionamento, uma relação, uma construção. Isso é você tentar se adequar a um molde, a um padrão”, concluiu.

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