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Fábia Oliveira

Mamonas Assassinas: pai de Dinho fala da perda do filho, há 30 anos

Em entrevista recente, Hildebrando Alves contou como lidou com o trágico acidente aéreo, que vitimou os integrantes do grupo em 1996

atualizado

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Jaqueta de Dinho, dos Mamonas Assassinas, é encontrada intacta - Metrópoles
1 de 1 Jaqueta de Dinho, dos Mamonas Assassinas, é encontrada intacta - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

A morte dos integrantes do grupo Mamonas Assassinas completa 30 anos a próxima segunda-feira (2/3) e o pai de Dinho, Hildebrando Alves, falou sobre a perda do herdeiro. Em entrevista recente, ele contou como lidou com o luto.

“Nesses 30 anos, compreendemos que a vida é assim, vamos todos morrer um dia. Baixar a cabeça não resolve nada. Se eu tivesse certeza que eles, ou mesmo meu filho, voltariam se eu chorasse, estaria chorando até hoje. Mas não volta”, começou ele, em conversa com o jornal O Globo.

E continuou: “É uma coisa que vem de Deus, e contra Deus não há argumentos. É aceitar e agradecer por cada dia de vida”, afirmou.

O talento do filho

Ainda durante o bate-papo, o pai do vocalista dos Mamonas Assassinas falou sobre o talento do filho: “A inspiração do Dinho sempre foi a fazenda em que olhava o gado; para o mundo animal, eu acho que se baseou nisso”, recordou, antes de completar:

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A morte dos integrantes dos Mamonas Assassinas completa 30 anos em breve
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Mamonas Assassinas.
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Os integrantes dos Mamonas Assassinas morreram há quase 30 anos
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Os integrantes dos Mamonas Assassinas morreram há quase 30 anos

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Placa comemorativa do memorial em homenagem aos Mamonas Assassinas
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Placa comemorativa do memorial em homenagem aos Mamonas Assassinas

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Os Mamonas Assassinas vão ganhar um memorial em São Paulo
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Os Mamonas Assassinas vão ganhar um memorial em São Paulo

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Dinho, Mamonas Assassinas, se apresentava fantasiado
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Dinho, Mamonas Assassinas, se apresentava fantasiado

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Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas.
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Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas.

Foto: Marco Antonio Teixeira
Jaqueta de Dinho, dos Mamonas Assassinas, é encontrada intacta
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Jaqueta de Dinho, dos Mamonas Assassinas, é encontrada intacta

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O corpo de Dinho, Mamonas Assassinas, foi exumado no início da semana
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O corpo de Dinho, Mamonas Assassinas, foi exumado no início da semana

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Urso de pelúcia foi encontrado sobre caixão de Bento
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Urso de pelúcia foi encontrado sobre caixão de Bento

Arquivo Pessoal
Imagens da jaqueta encontrada intacta sobre o caixão de Dinho.
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Imagens da jaqueta encontrada intacta sobre o caixão de Dinho.

TV Globo.
Jaqueta encontrada no túmulo de Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas
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Jaqueta encontrada no túmulo de Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas

Acervo pessoal
Versão azul da jaqueta do Mamonas Assassinas compartilhada por fã
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Versão azul da jaqueta do Mamonas Assassinas compartilhada por fã

Reprodução/Facebook Marquinhos Leite

Pelados em Santos foi uma brincadeira dele com um amigo. Já Robocop Gay foi porque ele sempre foi contra a discriminação de gays. Ele dizia para mim: ‘Eles falam porque não têm consciência da vida, gay também é gente’. Por isso colocou essa frase na música. Agradou porque ele fez do jeito certo”, disse.

No fim da entrevista, ele falou da autenticidades dos meninos: “Nesses 30 anos, não apareceu ninguém igual. Ele [Dinho] não programou nada de fazer música para agradar, nem A, nem B. Ele fez uma música pensando nele, e só depois para todo mundo. É um legado que ele deixou”, concluiu.

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