Fábia Oliveira

Luiza Possi aciona Justiça após cancelamento de palestra motivacional

A coluna descobriu que a famosa e sua empresa, Helena Produções Artísticas, processaram Adriana Freire Guilherme

atualizado

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Luiza Possi rebate ataques após conversão: "Deixa eles falarem" - Metrópoles
1 de 1 Luiza Possi rebate ataques após conversão: "Deixa eles falarem" - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

A coluna Fábia Oliveira descobriu que Luiza Possi e sua empresa, Helena Produções Artísticas, decidiram acionar a Justiça após enfrentar problemas com uma contratação mal sucedida. A famosa processou Adriana Freire Guilherme.

Entenda o caso

Luiza afirma que foi contratada pela ré para palestrar em um evento em fevereiro deste ano. O contrato celebrado previa, segundo ela, um pagamento antecipado de R$ 40 mil, a ser integralizado até cinco dias úteis antes do evento. A disposição, no entanto, teria sido descumprida pela contratante.

De acordo com a cantora, após o contrato, Adriana Freire Guilherme passou a alegar que o evento estaria sofrendo com a ausência de patrocinadores e baixa venda de ingressos. Nesse cenário, ela teria tentado adiar o encontro e proposto pagamentos parcelados à artista.

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Luiza Possi se apresentou no Mais Você
Ela cantou um louvor em certo momento e foi alvo de críticas
A cantora falou sobre a conversão para a religião evangélica
Luiza Possi posa para as redes sociais
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Ela cantou um louvor em certo momento e foi alvo de críticas

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A cantora falou sobre a conversão para a religião evangélica
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A cantora falou sobre a conversão para a religião evangélica

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Luiza Possi afirma ter recebido pagamentos que totalizam R$ 12,4 mil. O pagamento integral não teria ocorrido dentro do prazo avençado, levando à resolução do contrato, supostamente por culpa da empresa ré.

Na ação, Possi destaca a existência de uma cláusula penal no contrato voltada a responsabilizar a parte que desse causa, sem justificativa, ao cancelamento do evento. Ela afirma a multa é prática comum em contratos artísticos. A artista diz, também, que buscou resolver o imbróglio amigavelmente, sem sucesso. Ela observa, ainda, que pleiteia somente o valor da multa, sem requerer perdas e danos ou o valor do contrato, e danos morais.

Os danos, segundo Luiza Possi, decorrem do uso indevido de sua imagem para promoção do evento nas redes sociais. O uso não autorizado teria se potencializado pelo contexto de quebra contratual e a incerteza quanto à realização do evento.

Pedidos

Luiza Possi pede que a empresa ligada à Adriana Freire Guilherme pague uma multa de R$ 7,6 mil e arque com uma indenização por danos morais de R$ 10 mil.

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