Fábia Oliveira

Juliana Marins: web reage após trilha de vulcão ser reaberta

O Parque Nacional do Monte Rinjani, na Indonésia, reabriu neste sábado (28/6) a trilha de Sembalun até o cume da montanha

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Foto colorida da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que morreu após cair de trilha e ficar pesa em vulcão, na Indonésia - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que morreu após cair de trilha e ficar pesa em vulcão, na Indonésia - Metrópoles - Foto: Reprodução

O Parque Nacional do Monte Rinjani, na Indonésia, reabriu neste sábado (28/6) a trilha de Sembalun até o cume da montanha – onde Juliana Marins caiu. A informação foi divulgada em comunicado oficial do Ministério do Meio Ambiente e Florestas do país.

A notícia repercutiu e internautas reagiram à situação. O percurso estava interditado para a operação de resgate de Juliana Marins, que caiu de um penhasco durante a subida no último sábado (21/6). Ela só foi resgata na quarta (25/6), já sem vida.

“Os visitantes que realizarem atividades de caminhada dentro da área do Parque Nacional do Monte Rinjani devem seguir as normas e regulamentos existentes, incluindo a obrigatoriedade de se registrar através do Sistema de Reserva Online de Trilhas de Caminhada (eRinjani), conforme estabelecido pelo Balai do Parque Nacional do Monte Rinjani”, diz o post.

Reação da web

Ao saberem da notícia, os internautas reagiram. Alguns acharam a situação absurda, já outros afirmaram que já era esperado.

“Vocês acharam mesmo que iam fechar? Ô povo iludido”, disse uma pessoa. “Não sei pq a surpresa. Acharam q iam fechar tudo por causa da morte da brasileira? Outros já morreram lá antes. O turismo é a maior fonte de renda deles, vai ser difícil proibirem”, falou outra. “Em diversos lugares do mundo acontecem acidentes, depois, reabrem. Qual o problema?”, questionou uma terceira.

Outras pessoas no entanto, mostraram indignação: “Reabriram pra mais pessoas morrerem! E vida que segue! Gente, meu Deus! Importante é lucrar, né? Triste”, falou uma. “Eles deviam mudar o roteiro ou tomar medidas de segurança maior, enfim”, escreveu outra. “Irresponsáveis”, disparou mais uma.

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Entenda o caso Juliana Marins

Juliana Marins, de 26 anos, deslizou por uma vala enquanto fazia a trilha do vulcão Rinjani, em Lombok. Ela viajou para fazer um mochilão pela Ásia e estava na trilha com outros turistas, que contrataram uma empresa de viagens da Indonésia para o passeio.

Após escorregar no caminho, ela só parou a uma distância de 300 metros de onde o grupo estava. A jovem estava desde o último sábado (21/6) à espera de resgate – as equipes de socorro só conseguiram localizá-la quatro dias depois. Anteriormente, foi divulgado que Juliana teria recebido socorro, porém a informação acabou desmentida pela família.

Na última segunda-feira (23/6), Juliana Marins foi vista por um drone com sensor térmico. Ela estava imóvel. A Agência Nacional de Busca e Salvamento da Indonésia (Basarnas) informou que a brasileira estava a cerca de 500 metros do ponto que caiu. Na terça (24/6), as buscas continuaram e, então, a triste notícia do falecimento foi confirmada pela família. O corpo só foi resgatado nesta quarta (25/6).

“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, escreveu a família na rede social Instagram, por meio do perfil Resgate Juliana Marins.

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