Irmão de Virginia rebate após condenação por importunação sexual
William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, foi condenado pelo crime de importunação sexual pelo TJ-GO

O empresário William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, se manifestou e negou a prática de crimes após ser condenado pelo crime de importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) nesta quinta-feira (9/7).

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O filho de Margareth Serrão compartilhou nas redes sociais uma nota escrita por sua defesa na qual disse que as acusações contra ele são falsas. A vítima alega que William colocou a mão dentro de sua calça e tocou suas partes íntimas durante uma festa em 2023.
“Informamos que a decisão não é definitiva, pois trata-se do julgamento de um recurso dos assistentes de acusação”, alegaram os advogados do empresário. “Embora a defesa respeite o entendimento dos Desembargadores do Tribunal de Justiça de Goiás, manifesta sua veemente discordância com a condenação, uma vez que o réu nega a prática do fato que lhe é falsamente imputado”, continuou.
A defesa de William Gusmão seguiu, afirmando que o Ministério Público já emitiu pareceres “favoráveis à absolvição” do irmão de Virginia Fonseca, o que segundo os advogados constataria “a flagrante ausência de provas e de materialidade delitiva”.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Diante da inocência do acusado e da contradição entre o resultado do julgamento e o entendimento no Ministério Público e da linha de defesa e considerando que a decisão não é definitiva, ainda cabem recursos aos Tribunais Superiores, que serão utilizados dentro das possibilidades legais”, completou.
Entenda o caso:
- O TJ-GO reformou parte da decisão que havia absolvido William Pimenta Gusmão e o condenou pelo crime de importunação sexual.
- Por unanimidade, os desembargadores reconheceram que havia elementos suficientes para responsabilizá-lo por um dos episódios descritos na denúncia.
- Eles, porém, mantiveram a absolvição em relação ao segundo fato.
- Em fevereiro de 2025, William foi absolvido. Inconformada, a vítima recorreu, levando o processo novamente ao Tribunal, gerando o novo entendimento.















