Gabriela Prioli faz balanço da política e revela voto: "Vocês já sabem".
A advogada e influenciadora fez um desabafo nas redes sociais recentemente e se posicionou sobre a atual situação no Brasil
Comadre de Anitta, Gabriela Prioli resolveu se posicionar sobre o cenário atual da política brasileira. A advogada e influenciadora fez um desabafo nas redes sociais recentemente e falou sobre família, democracia e outros pontos defendidos pelo atual presidente, Lula.
“Eu acredito que preciso ser capaz de sentir em mim a dor que é do outro. Que mesmo que eu viva na abundância, preciso olhar praqueles que têm menos, praqueles que não têm o que botar no prato dos filhos”, contou.

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Ver todasE prosseguiu: “Eu acredito que uma das conquistas mais importantes que nosso país já teve foi sair do mapa da fome. Porque eu olho pra minha criança e penso na dor de um pai ou de uma mãe que vela o choro de um filho sem ter o que comer“, pontuou.
Mais detalhes
Na gravação, ela observou: “E, por isso, acredito que o estado precisa estar presente na saúde, na educação, na moradia e em muitos outros direitos básicos que tantos dos nossos irmãos, cidadãos brasileiros, precisam”, afirmou, antes de completar:
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Eu acredito em liberdade religiosa. Eu sou filha de mãe católica e de pai espírita kardecista. Minhas melhores amigas são do candomblé, o padrinho da minha filha é um ateu que estuda Jesus Cristo, meu marido? Evangélico”, enumerou.
Em seguida, Gabriela Prioli continuar: “E eu? Acredito no meu Deus de amor, de respeito, de união. A minha mãe amada, Nossa Senhora. eu sou essa mistura que é tão Brasil, não é? E eu acredito que eu, os meus amores, assim como todos os brasileiros merecem ter a chance de viver a sua fé sem ameaça, livres”, disse.
Diversidade de famílias
Logo depois, a advogada alertou para a diversidade familiar no país: “Eu acredito na família e tenho requisitos inegociáveis: precisa ser uma família de respeito e amor, sem violência, sem abandono, cada uma na sua configuração diferente: pais e mãe juntos, se der certo; separados, se for melhor pra todo mundo”, apontou.
A influenciadora ainda comentou: “Uma mãe sozinha que corta um dobrado, um pai que também navega só pelas águas turbulentas de manter de pé uma casa, um homem e uma mulher, dois homens, duas mulheres. Pode ter muitas formas. O que não pode faltar é respeito, amor, companheirismo e lealdade”, relatou.
E seguiu: “Tô falando de amor demais, né? É que eu tô emotiva. E é também porque eu acredito que a gente muda o mundo pra melhor com mais amor e menos ódio”, refletiu.
Agressividade
No vídeo, Gabriela Prioli desabafou: “Me fazem muito mal os discursos agressivos, violentos, que ofendem. Essa gramática de destruir, acabar, metralhar e vai por aí. Esse clima de medo”, lamentou.
E recordou: “Eu me lembro de um tempo em que a gente conseguir discordar em paz. Vocês lembram disso? Dava até pra adesivar o carro. Esses dias eu achei uma foto minha, bem pequena, com uma bandeirinha de um político e fiquei pensando em como isso mudou”, contou.
Na sequência, ela lembrou: “Em algum momento entrou nessa disputa um grupo que trouxe um outro jeito de fazer política. A discordância virou confronto, adversário virou inimigo e a política ficou muito mais agressiva do que eu gostaria que ela fosse”, assumiu.
Apoio à democracia
No vídeo, a advogada também observou: “E, claro, eu acredito na democracia. Não porque ela seja perfeita, muito longe disso, falta muita gente se sentir representada, falta muita gente acreditar que a política também é um lugar seu”, disse.
Apesar de tudo, ela se mostrou esperançosa: “Mas eu acredito na democracia porque é nela que a gente garante uma coisa muito simples e muito preciosa: ninguém é dono do poder, a gente pode continuar criticando o que merece ser criticado e fazendo as nossas escolhas“, apontou.
Gabriela Prioli aproveitou para analisar: “Votar, de tempos em tempos, é pode dizer na urna ‘eu tô aqui, essa é minha voz, eu quero participar da decisão sobre o país em que vou viver, em que minha filha vai crescer'”, refletiu.
Suspeita das urnas
A influenciadora também comentou sobre as denúncias da direita sobre as eleições: “E, talvez, tenha uma coisa que pra mim seja especialmente importante lembrar agora. Nos últimos anos, a gente viu um grupo político fazer uma coisa que os outros quando perderam uma eleição presidencial não fizeram: colocar sob suspeita urnas sem apresentar nenhuma prova de fraude e tentar impedir que o resultado escolhido pelos eleitores prevalecesse“, disse.
E opinou: “Isso não é uma divergência qualquer de direita e esquerda. Pra mim existe uma regra anterior a todas as outras: a gente pode querer muito ganhar, o que não pode é só aceitar a democracia quando vence”, disparou.
A escolha
Na publicação, ela fez um resumo: “É nisso que acredito: em olhar pra quem tem menos, em poder viver a própria fé sem medo, em famílias construídas com amor e respeito, em discordar sem transformar o outro num inimigo e em preservar um país em que o poder nunca seja maior do que a nossa possibilidade de escolher periodicamente”, declarou, antes de completar:
“Talvez você concorde comigo em tudo, talvez não, e tudo bem. Mas antes de votar, eu acho que vale fazer uma pergunta muito simples: ‘Quais são as coisas das quais eu não abro mão?'”, questionou.
No fim, sem falar o nome do candidato, ela provocou: “Eu sei quais são as minhas e é pensando nelas que eu vou fazer a minha escolha. E não é curioso que, assistindo a esse vídeo, você já siba qual ela é. Vá às urnas, não deixe que coloquem em risco aquilo em que você acredita. A sua voz merece ser ouvida”, concluiu.















