Fábia Oliveira

Equipe nega prisão de Rayane Figliuzzi e detalha ocorrido: “Detida”

Em um comunicado enviado à imprensa, a assessoria saiu em defesa da peoa após diversas notícias de que ela teria sido presa

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A equipe de Rayane Figliuzzi saiu em defesa da peoa de A Fazenda 17 após diversas notícias de que a influenciadora teria sido presa. Em um comunicado enviado à imprensa, a assessoria esclareceu que a namorada de Belo foi detida e não presa, o que significa que ela foi à delegacia para prestar depoimento, sendo liberada em seguida.

“Nos últimos dias, alguns veículos noticiaram de forma equivocada que Rayane teria sido presa. Gostaria de esclarecer que ela não foi presa, e sim detida, o que significa que compareceu à delegacia, prestou depoimento e foi liberada em seguida”, começou dizendo a equipe da peoa.

E continuou: “Diante disso, peço a gentileza de que aqueles que já abordaram o assunto façam a devida retificação, substituindo o termo ‘presa’ por ‘detida’. E aos colegas que ainda não trataram do tema, caso venham a fazê-lo, que utilizem a terminologia correta para evitar a propagação de uma informação incorreta”.

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Em seguida, a assessoria de Rayane Figliuzzi pontuou que a influenciadora vem sendo alvo de linchamento virtual devido a situação.

De acordo com as notícias que vêm circulando, a peoa teria sido presa em fevereiro de 2022, suspeita de integrar um grupo de estelionatários responsável por aplicar o chamado “golpe do motoboy” contra idosos em Florianópolis. Um ano antes, em 2021, ela já havia sido denunciada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por suposta participação em uma quadrilha especializada nesse tipo de crime, junto com o então noivo, Alexandre Navarro Junior, conhecido como Juninho e pai de seu filho.

“Ressalto que Rayane tem sido alvo de um intenso linchamento virtual, sendo julgada publicamente por uma situação que ainda está sob análise da Justiça. Por isso, o cuidado e a responsabilidade da imprensa são essenciais neste momento. Em anexo, segue o documento oficial da assessoria jurídica de Rayane Figliuzzi, que detalha o ocorrido e esclarece os fatos de forma completa. Agradeço imensamente a atenção, o apoio e o comprometimento de todos com a veracidade da informação”, encerrou a equipe.

Documento da assessoria jurídica

No documento, assinado pela advogada Márcia Passalini, é esclarecido que Rayane Figliuzzi nunca foi presa, tendo sido apenas conduzida à delegacia para esclarecimentos. De acordo com o texto, em fevereiro de 2022, uma reportagem na TV mostrou imagens de uma mulher sendo presa e a atribuiu à Rayane Figliuzzi quando, na verdade, se tratava de Rayane Silva Souza.

Leia abaixo o esclarecimento completo:

“Em 14/02/2022, foi ao ar reportagem televisiva que, ao tratar de “prisão por estelionato”, identificou erroneamente a Sra. Rayane da Silva Figliuzzi como a pessoa presa, exibindo imagens dela e atribuindo-lhe fatos que não lhe dizem respeito. A peça continua acessível em plataformas digitais e vem sendo ressuscitada e replicada por terceiros, ocasionando dano reputacional renovado. Conforme notificação extrajudicial já enviada ao veículo originário, trata-se de equívoco de identidade: a pessoa a quem se refere a reportagem é Rayane Silva Souza, e não Rayane da Silva Figliuzzi. Ademais, Rayane jamais foi presa; em 13/02/2022 houve apenas condução à 108a DP para esclarecimentos e ciência de medidas cautelares.

Diante desse quadro, esta defesa reitera que a manutenção e a replicação do conteúdo equivocado, em especial quando acessível em plataforma de vídeo sob demanda e reaproveitado por terceiros, perpetua informação sabidamente inverídica, macula a honra e a imagem da Sra. Rayane da Silva Figliuzzi e induz o público a erro. Por isso, solicita-se aos veículos de comunicação que tenham veiculado, citado ou derivado a peça original que promovam, com a urgência que o caso requer, a correção editorial: remoção dos materiais que imputam indevidamente a prisão à Sra. Rayane da Silva Figliuzzi ou, quando tecnicamente mais adequado, atualização com esclarecimentos explícitos nos mesmos espaços e com igual destaque, consignando que a reportagem de 2022 se referia a Rayane Silva Souza e que Rayane da Silva Figliuzzi não foi presa, tendo apenas sido conduzida para prestar esclarecimentos.

Este pedido de retificação apoia-se em documentação já encaminhada ao veículo originário, na qual se demonstra a permanência do conteúdo digital e o equívoco de identificação, com indicação das fontes públicas correlatas. Colocamo-nos à disposição para compartilhar novamente os documentos comprobatórios e para colaborar na pronta regularização das publicações, em respeito aos deveres de verificação e correção jornalística e à tutela jurídica dos direitos da personalidade”.

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