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Fábia Oliveira

Empresa aérea rebate pedido de Claudia Raia após malas extraviadas

A coluna descobriu, com exclusividade, desdobramentos da ação judicial envolvendo a atriz, seus três filhos e uma companhia aérea

23/09/2024 08:00, atualizado 23/09/2024 08:08
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Reprodução/TV Brasil
Foto colorida de Claudia Raia - Metrópoles

A coluna Fábia Oliveira tem uma memória aguçada e costuma não esquecer os contos mais cabeludos das celebridades. Isso vale, ainda, para suas histórias junto à Justiça. Nessa linha, contamos novidades de um processo movido pela atriz Claudia Raia e seus três filhos – Enzo, Sophia e Luca.

Antes, é importante relembrarmos como essa história começou. A ação teve início após o extravio de malas em um voo com destino à Espanha. No total, sete bagagens sumiram, originando um processo contra a Latam e a Iberia Lineas Aereas, além de um pedido de R$ 60 mil de indenização.

Pois bem. Descobrimos, em primeira mão, que no último dia 16, a Latam apresentou sua defesa no caso. Para iniciar, a companhia aérea alegou que apenas a Iberia deveria ser processada pela famosa família. Isso porque os transtornos teriam sido causados por ela, e não pela Latam.

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Claudia Raia
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A artista tem disciplina quanto à rotina de cuidados com a pele
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A atriz Claudia Raia
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A atriz Claudia Raia

Globo/Reprodução

O grande argumento apresentado pela ré é, em bom português, que Claudia Raia e os filhos estariam “fazendo tempestade em copo d’água”.

A Latam afirmou que as bagagens foram extraviadas por apenas 24 horas. Segundo alegou a empresa, o tempo foi tão curto que sequer seria razoável falar em danos morais.

A Latam sustentou, ainda, que segundo critérios técnicos, o sumiço das malas não configuraria um extravio. A companhia afirmou ter feito todo o possível para localizar as bagagens e entrega-las a seus donos sem maiores atrasos.

Fato curioso no caso é que Luca, filho caçula de Claudia Raia, também entrou como autor no processo. Tal fato fez com que a Latam afirmasse que o bebê tinha apenas seis meses na época do ocorrido. Ela ainda acrescentou que ele “não possui o discernimento suficiente para sofrer danos morais em decorrência do extravio de sua bagagem”.

Para finalizar sua defesa, a companhia aérea disse que, caso a Justiça entenda que existiram danos morais, é preciso ir com calma na hora de quantifica-los. Segundo a empresa, pagar R$ 15 mil para cada um dos réus é um pedido exagerado e descabido.

Será que esse caso envolvendo Claudia Raia e sua família irá decolar ou será marcado por turbulências?

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