
Fábia OliveiraColunas

Defesa de Stênio Garcia aciona a PM e denuncia “ocultação de provas”
Através de nota, o advogado Luiz Mantovani afirmou que a imobiliária foi orientada a não entregar os comprovantes da locação do imóvel
atualizado
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A briga judicial entre Stênio Garcia e as duas filhas, por conta do usufruto de um imóvel em Ipanema, zona sul do Rio, está longe de terminar. Na quarta-feira (29/4), a defesa do ator denunciou que as herdeiras de seu cliente estão ocultando provas no curso do processo.
Através de nota, o advogado Luiz Mantovani afirmou que a imobiliária foi orientada a não entregar os comprovantes da locação do imóvel alvo da disputa.
“Hoje estivemos na imobiliária que colocou o imóvel em aluguel à margem da legalidade entre 2019 e 2023 para buscar os documentos que comprovavam a locação, documentos esses que o sócio administrador, Dr. Carlos, já tinha se diaponibilizado a entregar”, começou.
A recusa
Ainda no comunicado, o especialista deu mais detalhes: “Todavia, lá chegando, ele nos informou que a ex-esposa de Stênio, Clarice, e a filha Cássia determinaram que ele não atendesse o advogado do pai e não entregasse nenhum documento nem informações, pos a advogada delas iria decidir o que poderia ou não ser passado para nós”, queixou-se.
Em seguida, o defensor contou que acionou agentes de segurança e revelou o motivo: “Após essa colocação, chamamos a Polícia Militar. Chamamos não para obrigar a entregar o documento, o que não seria o papel da PM. Chamamos para servirem como testemunhas com fé pública, já que a palavra do policial tem presunção de veracidade pela súmula 70 do TJRJ”, afirmou, antes de completar:
“E o Dr. Carlos repetiu na frente deles o mesmo conteúdo do áudio, o que futuramente se for contestado, não precisará de perícia, bastando intimar os dois policiais para deporem e validarem o áudio”, relatou.
No fim, Luiz Mantovani aproveitou para alfinetar a OAB/RJ: “É hora da OAB/RJ se manifestar acerca da conduta da Presidente do Tribunal de Ética, que também é professora da Emerj (Escola da Magistratura) ou seja, dá aula para juízes. Todas as instituições ou órgãos que a tem em seus quadros, devem uma satisfação a sociedade após essa conduta!”, encerrou.


















