
Fábia OliveiraColunas

Carnaval: Tamires Assis fala sobre estreia como musa: “Honra imensa”
Em bate-papo com a coluna, influenciadora destacou ancestralidade e raízes do Amazonas na estreia pela Camisa Verde
atualizado
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Tamires Assis vive um novo capítulo na carreira. Influenciadora digital e figura conhecida do público após sua passagem pelo reality A Fazenda 17, ela foi anunciada como musa da Camisa Verde e Branco para o Carnaval de São Paulo.
A estreia no Sambódromo acontece na madrugada desse domingo (15/2) e marca um momento simbólico em sua trajetória, que une visibilidade nas redes sociais, identidade cultural e representatividade amazônica.
Natural do Amazonas e também ligada às tradições do Boi-Bumbá, Tamires agora se prepara para cruzar a avenida em um dos maiores espetáculos do país.
Em conversa exclusiva, ela fala sobre a responsabilidade do posto, o significado do convite e a importância de levar suas raízes para além da região Norte. Confira a entrevista!
Como você está se preparando para estrear como musa da Camisa Verde e Branco no Carnaval de São Paulo?
“Estou me preparando com muita dedicação e disciplina. Tenho vivido uma rotina intensa de ensaios, aulas de samba, preparo físico e também um cuidado emocional muito grande, porque estrear como musa é uma responsabilidade enorme. Quero chegar no Sambódromo representando com excelência, com brilho, com força e com verdade. É um prazer fazer parte dessa cultura tão linda.”
O que esse convite para desfilar no Sambódromo representa para a sua trajetória como influenciadora e artista?
“Esse convite representa um marco na minha trajetória. É o reconhecimento de uma caminhada feita com muito esforço, autenticidade e amor pela cultura. Como artista e influenciadora, estar no Sambódromo de São Paulo amplia ainda mais minha missão de levar minha identidade, minha história e minhas raízes para novos espaços. É uma conquista profissional e pessoal muito simbólica.”
Qual a importância para você de representar tradições culturais do Amazonas, como a do Boi-Bumbá, em um Carnaval fora da sua região?
“Para mim, é uma honra imensa. Representar o Amazonas fora da minha região é levar comigo a força do nosso povo, da nossa ancestralidade e das manifestações culturais que me formaram. O Boi-Bumbá é parte da minha essência, e poder mostrar essa tradição em um Carnaval tão grandioso é uma forma de afirmar que a cultura amazônica é gigante e merece ocupar todos os palcos do Brasil.”
Como você equilibra sua vida pessoal com a visibilidade crescente nas redes sociais e as demandas dos eventos carnavalescos?
“Eu busco equilíbrio com muita consciência. A visibilidade traz oportunidades incríveis, mas também exige responsabilidade e organização. Tento manter meus pés no chão, cercada por pessoas que me fortalecem, cuidando da minha saúde física e mental. Aprendi que é preciso respeitar meus limites, viver o presente e entender que tudo tem seu tempo.”
Que mensagem você quer transmitir ao público ao desfilar neste Carnaval, especialmente com um enredo ligado à força do axé e ancestralidade?
“Quero transmitir uma mensagem de força, orgulho e pertencimento. Desfilar com um enredo que celebra o axé e a ancestralidade é lembrar que somos feitos de história, de resistência e de energia espiritual. Quero que o público sinta essa conexão, essa potência que vem dos nossos ancestrais, e que cada passo meu na avenida seja também um ato de celebração da cultura, da fé e da identidade.”









