Fábia Oliveira

Bia Miranda se irrita e reclama de ação policial: “Sacanagem”

A influenciadora Bia Miranda foi um dos alvos da Operação Desfortuna, que investiga suposta lavagem de dinheiro em aplicativos de jogos

atualizado

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1 de 1 bia-miranda - Foto: Reprodução

A influenciadora Bia Miranda, ex-participante do reality show A Fazenda, da Record, foi um dos alvos da Operação Desfortuna, deflagrada por policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD). Ao todo, 15 influenciadores estão na mira das buscas, realizadas nesta quinta-feira (7/8).

Irritação

Após ser visitada pelos policiais, Bia Miranda se revoltou. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a filha de Jenny Miranda afirmou que teve a casa revirada pelos agentes, mas que eles não encontraram nada.

“Maior sacanagem, os polícia [sic] foi lá em casa, procurou, procurou, não levou porra nenhuma, porque não achou nada, bagunçou todo o meu quarto, todo o meu closet, acha bonito ainda gravar pegando minhas roupas, tacando no chão, pegando meus caderno tacando no chão”, disse a famosa.

Além de Bia Miranda, também integram a lista de influenciadores investigados nomes como DJ Buarque, Maumau, Jenny Miranda e Gato Preto. As diligências ocorrem no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

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A influencer Bia Miranda
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Bia Miranda e DJ Buarque.
Bia Miranda e Gato Preto
PK Delas e Bia Miranda.
Bia Miranda, Buarque, Jenny Miranda e Gato Preto
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Bia Miranda, Buarque, Jenny Miranda e Gato Preto

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A influencer Bia Miranda
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A influencer Bia Miranda

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Bia Miranda e DJ Buarque.
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Bia Miranda e DJ Buarque.

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Bia Miranda e Gato Preto
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Bia Miranda e Gato Preto

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PK Delas e Bia Miranda.
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PK Delas e Bia Miranda.

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A operação

Segundo a polícia, além da promoção de jogos ilegais, os investigados são suspeitos de integrar uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas entre divulgadores, operadores financeiros e empresas de fachada. A estrutura seria usada para ocultar a origem ilícita dos recursos, caracterizando lavagem de dinheiro.

De acordo com os agentes, as postagens realizadas pelos investigados contêm promessas enganosas de lucros fáceis. O intuito é atrair seguidores para as plataformas de apostas, que são proibidas no país. Relatórios de inteligência financeira do Coaf revelaram movimentações bancárias que, somadas, ultrapassam R$ 4 bilhões.

“No decorrer das investigações, foram identificados sinais claros de enriquecimento incompatível com a renda declarada pelos influenciadores, que ostentavam nas redes sociais estilos de vida luxuosos, com viagens internacionais, veículos de alto padrão e imóveis de alto valor”, diz a polícia.

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