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Peixe piraíba: entenda por que a espécie não pode ser consumida
Um exemplar do peixe piraíba de quase 2 metros foi encontrado essa semana no Rio Araguaia e precisou ser devolvido para a água
atualizado
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Nesta semana, um peixe piraíba de cerca de 1,8 metro foi fisgado no Rio Araguaia, em Nova Crixás, no Goiás. O momento chamou atenção nas redes sociais. No entanto, a espécie não pode ser consumida e deve ser devolvida à água.
O peixe piraíba é caracterizado como “espécie em defeso” pela Lei Estadual nº 13.025/1997. Ou seja, sua pesca é considerada predatória, sendo proibida em todo o estado. O decreto ainda proíbe a captura de outras sete espécies na Bacia Hidrográfica do Araguaia-Tocantins.
Confira abaixo:
- Bargada(Sorubimichthys planiceps)
- Jaú (Zungaro zungaro)
- Piranambú, surubim-de-canal (Platynematichthys notatus)
- Pirapitinga-do-sul (Brycon nattereri)
- Piraíba, filhote, piratinga (Brachyplatystoma filamentosum)
- Pirarara (Phractocephalus hemiliopeterus)
- Pirarucu, pirosca (Arapaima gigas)
- Rubinho (Aguarunichthys tocantinenses)
Considerado o maior bagre da América do Sul e um dos maiores peixes de água doce do mundo, o piraíba pode chegar a 3,6 metros e 200 kg. A espécie apresenta uma coloração cinza-escura no dorso e branca no ventre, e não possui escamas.
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