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É o bicho!

Peixe piraíba: entenda por que a espécie não pode ser consumida

Um exemplar do peixe piraíba de quase 2 metros foi encontrado essa semana no Rio Araguaia e precisou ser devolvido para a água

10/04/2026 10:53
Getty Images
Peixe piraíba: entenda o porque a espécie não pode ser consumida

Nesta semana, um peixe piraíba de cerca de 1,8 metro foi fisgado no Rio Araguaia, em Nova Crixás, no Goiás. O momento chamou atenção nas redes sociais. No entanto, a espécie não pode ser consumida e deve ser devolvida à água. 

O peixe piraíba é caracterizado como “espécie em defeso” pela Lei Estadual nº 13.025/1997. Ou seja, sua pesca é considerada predatória, sendo proibida em todo o estado. O decreto ainda proíbe a captura de outras sete espécies na Bacia Hidrográfica do Araguaia-Tocantins.

Confira abaixo:

  • Bargada(Sorubimichthys planiceps)
  • Jaú (Zungaro zungaro)
  • Piranambú, surubim-de-canal (Platynematichthys notatus)
  • Pirapitinga-do-sul (Brycon nattereri)
  • Piraíba, filhote, piratinga (Brachyplatystoma filamentosum)
  • Pirarara (Phractocephalus hemiliopeterus)
  • Pirarucu, pirosca (Arapaima gigas)
  • Rubinho (Aguarunichthys tocantinenses)

Considerado o maior bagre da América do Sul e um dos maiores peixes de água doce do mundo, o piraíba pode chegar a 3,6 metros e 200 kg. A espécie apresenta uma coloração cinza-escura no dorso e branca no ventre, e não possui escamas.

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