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Ativista “salva” lagosta de restaurante, mas animal era pet do dono
Ativista ambiental liberta lagosta de restaurante, mas descobre depois que o animal era de estimação do dono
atualizado
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Uma tentativa de “resgate” acabou em polêmica e prejuízo para um restaurante na Inglaterra. A ativista dos direitos dos animais Emma Smart retirou uma lagosta de um aquário dentro de um estabelecimento, acreditando que o animal seria preparado para consumo. No entanto, o crustáceo fazia parte de uma dupla mantida como animal de estimação no local.
O caso aconteceu no restaurante Catch at the Old Fish Market, onde duas lagostas — chamadas Reggie e Ronnie — viviam há cerca de dois anos e meio em um aquário próximo à entrada. Segundo o proprietário, Anthony Cooper, os animais tinham função educativa, especialmente para crianças que visitavam o espaço.
De acordo com relatos, Emma entrou no restaurante, colocou a mão no tanque e retirou uma das lagostas, lançando-a no porto em frente ao local. A ação teria sido motivada pela suposição de que o animal seria cozido posteriormente.
Lagosta não resistiu e morreu
O problema é que as lagostas estavam adaptadas à água mais quente do aquário. A mudança brusca para a água fria do mar provavelmente foi fatal. O dono do restaurante acredita que o animal não sobreviveu à diferença de temperatura.
A outra lagosta, que permaneceu no aquário, morreu pouco tempo depois, possivelmente devido ao estresse causado pela perda do companheiro.
O episódio ocorreu em abril de 2025 e, recentemente, teve desdobramentos na Justiça. Emma Smart compareceu ao tribunal e admitiu a acusação de danos criminais. Como consequência, recebeu uma ordem de restrição de três anos que a impede de se aproximar do restaurante.
