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O que são FIIs, aposta do BRB para cobrir o rombo do Master
Fundo de investimento imobiliário (FII) é a nova aposta do BRB para, pelo menos temporariamente, tapar o buraco e evitar sanções
atualizado
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Após o rombo provocado pelos negócios com o Banco Master, o BRB corre para evitar um “cartão amarelo” do Banco Central (BC). Após reveses na Justiça, o BRB planeja, agora, lançar um fundo de investimento imobiliário (FII) com nove imóveis do Governo do Distrito Federal (GDF) para tapar o buraco — pelo menos temporariamente.
Entenda os fundos de investimento imobiliário (FII)
- Conhecidos no mercado apenas pela sigla (FII), os fundos de investimento imobiliário são populares entre investidores.
- Na prática, funcionam como um grande condomínio que divide lucros — e possíveis prejuízos, dependendo da política estabelecida pelo fundo — de investimentos em empreendimentos imobiliários.
- Ou seja, o administrador do FII capta dinheiro dos investidores, aplica a quantia em empreendimentos imobiliários e repassa os lucros.
- Entre os principais atrativos dos FIIs estão os pagamentos mensais e a isenção de imposto de renda para pessoas físicas.
Para o BRB, significa dinheiro entrando no caixa. O que poderia possibilitar que o BRB escapasse de possíveis sanções do BC por conta do desequilíbrio nas contas.
Mas a situação é mais complicada do que parece. Na última segunda-feira (16/3), decisão da Justiça impediu o uso de imóveis do GDF em operações para tentar salvar o BRB. O plano inicial era utilizar os bens como garantia de empréstimos. O GDF e o BRB recorreram da decisão.
Os endereços que o GDF pretende utilizar incluem o Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad). O elefante branco erguido em Taguatinga custou mais de R$ 1 bilhão e permanece fechado desde que foi inaugurado, em 2014.
