Claudia Meireles

Terapeuta dá 5 dicas e revela o que superar para melhorar a autoestima

A terapeuta Priscila Esteffania lista cinco conselhos para quem deseja fortalecer a autoestima e quais fatores prejudicam essa avaliação

atualizado

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Foto colorida de mulher com blusa rosé com os braços para cima - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de mulher com blusa rosé com os braços para cima - Metrópoles - Foto: Flashpop/Getty Images

De acordo com a terapeuta Priscila Esteffania, o início de um novo ano funciona como um marco psicológico de renovação. Não à toa, algumas pessoas tendem a definir metas para cumprir até 31 de dezembro. Economizar, alimentar-se de forma saudável, fazer um projeto fitness e viajar para o destino dos sonhos estão entre os objetivos estipulados. Alguns indivíduos deveriam listar também a melhoria da autoestima.

A especialista argumenta que a mente entende o começo de um novo ano como uma oportunidade simbólica de recomeço.

“Isso favorece a criação de novas narrativas internas”, analisa. Ela acrescenta: “Quando a pessoa usa esse momento com consciência, revisando limites, escolhas e comportamentos, fortalece a autoestima por passar a se enxergar como alguém capaz de se organizar, e não como refém do passado.”

Foto colorida de mulher dando beijo no espelho - Metrópoles
Ter uma autoestima fortalecida contribui para “decisões mais conscientes”

Expert em terapia sistêmica e comportamental, Priscila dá cinco dicas para melhorar a autoestima:

  1. Observe como fala consigo, porque a linguagem interna constrói identidade.
  2. Estabeleça limites claros, pois quem se respeita, protege-se.
  3. Cuide do corpo e da mente como um “ato de valor, não de estética”.
  4. Celebre pequenas conquistas, afinal, a autoestima cresce na constância.
  5. Escolha ambientes e pessoas que te fortalecem, não que te diminuam.
Foto colorida de homem e mulher em motocicleta comemorando - Metrópoles
A terapeuta orienta buscar relações positivas

A terapeuta frisa que “autocrítica excessiva, comparação constante, relações desvalorizadas, falta de limites e histórias emocionais não elaboradas” são alguns dos fatores que prejudicam a autoestima. Para superar esses quesitos, ela aconselha desenvolver autopercepção emocional, romper com padrões de comparação, aprender a dizer “não” sem culpa e buscar apoio terapêutico para ressignificar vivências passadas.

Segundo Priscila Esteffania, uma “autoestima fortalecida impacta diretamente, resultando em relacionamentos mais saudáveis e decisões mais conscientes, além de impor limites e ter mais clareza”.

“Autoestima não se constrói apenas com pensamento positivo, mas com posicionamento emocional”, encerra a especialista em terapia sistêmica e comportamental.

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