Kate está com medo de fazer acompanhamento médico após dados vazados
Kate Middleton anunciou o diagnóstico de câncer em março de 2024. Um funcionário tentou vender informações médicas da princesa de Gales

Detentora do título de princesa de Gales, Kate Middleton sente medo de fazer acompanhamento médico devido ao vazamento de seu prontuário, conforme noticiou o site estadunidense Radar Online. Vale recordar que a futura rainha consorte do Reino Unido anunciou o diagnóstico de câncer em março de 2024. Até então, o tipo de tumor não foi revelado. Meses antes, ela se submeteu a uma cirurgia abdominal.
Em setembro de 2024, Kate informou sobre o fim da quimioterapia, e, em janeiro do ano passado, ela contou que estava remissão do câncer. Enquanto enfrentava a doença, relatórios médicos da integrante da família real foram vazados por um funcionário da London Clinic, onde a princesa de Gales fez a operação no abdômen. Ele teve acesso aos dados sigilosos e tinha a intenção de vendê-los, segundo concluiu a investigação.
Ao portal, uma fonte ligada à realeza deu detalhes do sentimento da princesa de Gales ao descobrir o vazamento: “Essa foi uma profunda quebra de confiança em um momento extremamente vulnerável da vida de Kate. Ela esperava a mesma privacidade que qualquer paciente deveria receber e, em vez disso, viu-se no centro de preocupações sobre a segurança de seus registros médicos.”
Em conversa com o Radar Online, outro mensageiro confessou os atuais receios da próxima rainha britânica: “Existe uma ansiedade compreensível de que algo semelhante possa acontecer novamente. A sensação é de que, se isso pode acontecer com uma das mulheres mais protegidas do mundo, pode acontecer com qualquer pessoa”. Ele frisou sobre Kate estar “extremamente preocupada”.
“Diz-se que Catherine está extremamente preocupada e, francamente, apavorada com futuras consultas médicas e com a possibilidade de que a confidencialidade absoluta jamais possa ser garantida”, continuou o informante.

Investigação
Após ser descoberto, o funcionário da London Clinic, que vazou o prontuário de Kate, foi demitido e está proibido de voltar a exercer a profissão. De acordo com o site estadunidense, a autoridade britânica responsável pela proteção de dados, o Gabinete do Comissário de Informação (ICO, sigla em inglês), encerrou a investigação de dois anos sobre o caso e emitiu uma advertência formal ao ex-profissional de saúde.
O episódio ocorreu em março de 2024. À época, o executivo-chefe da London Clinic, Al Russell, afirmou que todas as medidas investigativas, regulatórias e disciplinares apropriadas tinham sido tomadas para analisar as alegações. “Não há lugar em nosso hospital para aqueles que violam intencionalmente a confiança de qualquer um de nossos pacientes ou colegas”, destacou ele ao portal The Sun.

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