Claudia Meireles

Infarto: cardiologista cita cuidados que podem reduzir riscos

Segundo o médico cardiologista Thiago Marinho, a prevenção é um dos pilares mais importante para minimizar risco de infarto e AVC

atualizado

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Ilustração colorida de coração em esqueleto humano - Metrópoles
1 de 1 Ilustração colorida de coração em esqueleto humano - Metrópoles - Foto: Getty Images

O infarto agudo do miocárdio é um das doenças mais letais do Brasil. De acordo com dados publicados pelo Ministério da Saúde, o país soma entre 300 mil a 400 mil casos anuais de infarto, sendo que de 5 a 7 casos evoluem para óbito. Multifatorial, essa enfermidade está muito relacionado ao estilo de vida.

De acordo com o médico cardiologista intervencionista Thiago Marinho, os pilares alimentação, exercício físico e sono de qualidade cumprem um papel importante na redução não apenas do infarto, mas de outras doenças do sistema cardiovascular, como o AVC.

“Vivemos uma epidemia de sobrepeso e obesidade, que está relacionada ao aumento de doenças como hipertensão, diabetes e colesterol elevado. Essas doenças em conjunto aumentam muito o risco de doença aterosclerótica coronariana (acúmulo de gordura nas artérias do coração)”, explica.
Ilustração colorida de coração em um esqueleto humano - Metrópoles
A má alimentação prejudica o funcionamento do órgão vital

Estilo de vida é fator de risco para infarto

Quando o assunto é ataque cardíaco, fatores como estresse e estilo de vida caminham lado a lado, afirma Thiago Marinho. “Cerca de 90% dos infartos são atribuídos a causas que poderiam ser prevenidas. Se você não tem hábitos saudáveis, com o passar da idade, o seu risco cardiovascular aumenta de forma exponencial”, destaca.

Exercícios como caminhada, ajudam a ativar a bomba muscular, principalmente da panturrilha, que é conhecida como o nosso segundo coração

Por isso, de acordo com o médico, ter hábitos de vida saudáveis já seria um passo muito importante para a redução do risco de eventos cardiovasculares, como ataque cardíaco e AVC. “A alimentação saudável, de preferência acompanhada com o profissional da nutrição e a realização de exercício físico de rotina já cumprem um papel muito importante na redução do risco de infarto”, garante.

Outro fator importante é a qualidade do sono, que deve variar entre sete a nove horas por noite. “Manejo do estresse e controle dos fatores de risco com acompanhamento como diabetes e hipertensão vão fazer com que seu coração fique muito mais protegido e seguro”, garante o médico.

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