Claudia Meireles

Endocrinologista cita principal medida para não sobrecarregar o fígado

A endocrinologista Jacy Maria Alves aponta uma estratégia “simples” que ajuda a evitar que o fígado fique sobrecarregado durante o Carnaval

atualizado

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Ilustração colorida de fígado humano - Metrópoles
1 de 1 Ilustração colorida de fígado humano - Metrópoles - Foto: Getty Images

Quem está na contagem regressiva para aproveitar o Carnaval também deveria se preocupar com a saúde do fígado, que “sofre as consequências” do consumo exagerado de álcool e de alimentos pouco saudáveis, além da baixa ingestão de água, durante a época de folia. Para descobrir como amenizar os efeitos negativos no órgão, a coluna Claudia Meireles recorreu à expertise da endocrinologista Jacy Maria Alves.

Em entrevista, a mestra em medicina interna aponta uma estratégia “simples” que ajuda a evitar que o fígado fique sobrecarregado durante a temporada carnavalesca. A metabologista aconselha “definir o limite e o ritmo, e também se hidratar de forma inteligente.

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A alimentação impacta a saúde hepática
O órgão tem alta capacidade de regeneração, mas isso só acontece na ausência de agressão
Quando o órgão não funciona adequadamente, ocorre um desequilíbrio do organismo
O fígado é um órgão vital, responsável por mais de 500 funções no corpo
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O fígado é um órgão vital, responsável por mais de 500 funções no corpo

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A alimentação impacta a saúde hepática
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O órgão tem alta capacidade de regeneração, mas isso só acontece na ausência de agressão
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O órgão tem alta capacidade de regeneração, mas isso só acontece na ausência de agressão

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Quando o órgão não funciona adequadamente, ocorre um desequilíbrio do organismo
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Quando o órgão não funciona adequadamente, ocorre um desequilíbrio do organismo

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A certificada em medicina do estilo de vida recomenda evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Ela argumenta que essa “é a principal medida para não sobrecarregar o fígado” ao longo da folia.

“O álcool é um fator bem estabelecido para lesão hepática, mesmo em doses consideradas moderadas, e seu efeito é potencializado em pessoas com fatores de risco como obesidade ou hepatites virais”, esclarece.

A médica enfatiza: “É importante lembrar que não existe ‘dose segura’ de álcool”. As pessoas que optarem por consumir bebidas alcoólicas, Jacy indica estabelecer três regras:

  • Teto claro de consumo: como referência, uma “dose padrão”, por exemplo, 350 ml de cerveja, 150 ml vinho ou 45 ml de destilado.
  • Ritmo: no máximo, uma dose por hora e intercale com água sempre. Lembrete da médica: “Beba o mínimo possível”.
  • Calor intenso e suor excessivo: ingerir água com eletrólitos para reduzir a desidratação, taquicardia e ressaca.
  • Evite shots e misturas com energéticos: a cafeína mascara a percepção de intoxicação e aumenta o risco de consumo excessivo e arritmias.
Ilustração colorida de fígado doente e com desenho de garrafa de cerveja - Metrópoles
O fígado é o órgão que metaboliza as substâncias ingeridas e, por isso, sofre os efeitos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas

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