Claudia Meireles

Alzheimer: estudo revela atividades para atrasar a evolução da doença

Um novo estudo analisou 2 mil idosos e relacionou como enriquecimento cognitivo ao longo da vida pode retardar o desenvolvimento Alzheimer

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução/ Canca
Na foto uma mulher idosa segura uma folha de papel enquanto mantém um olhar vago. A mulher aparenta possuir Alzheimer - Metrópoles
1 de 1 Na foto uma mulher idosa segura uma folha de papel enquanto mantém um olhar vago. A mulher aparenta possuir Alzheimer - Metrópoles - Foto: Reprodução/ Canca

Com a melhoria nos parâmetros de qualidade de vida, a perspectiva é que até 2050 pessoas acima de 60 anos correspondam a pouco mais de 22% da população mundial, segundo projeções da Organização das Nações Unidas (ONU). Apesar do aumento da expectativa de vida, o novo cenário traz o avanço dos casos de Alzheimer, que devem triplicar no mesmo período, de acordo com as projeções da Global Burden of Disease.

Enquanto a ciência não consegue encontrar uma cura para o declínio cognitivo, diversos pesquisadores se voltam para medidas de prevenção da doença. Um novo estudo publicado na Neurology, revista médica da Academia Americana de Neurologia, aponta que pessoas que mantêm um ritmo constante de aprendizado ao longo da vida podem minimizar significativamente as chances de desenvolver demência durante a velhice.

Doenças genéticas do cérebro, ilustração conceitual por computador. Mutações no DNA que levam a doenças cerebrais. Neurogenética, doenças neurodegenerativas. Metrópoles
A doença de Alzheimer é uma doença degenerativa caracterizada pela morte de neurônios, perda de memória e declínio comportamental

Hábitos que reduzem o Alzheimer

Entre os hábitos listados no artigo, leitura, jogos interativos, aprendizagem de outros idiomas e hábitos de escrita podem retardar o aparecimento do Alzheimer. Para chegar a essa conclusão, o estudo reuniu cerca de 2 mil pessoas com idade média de 80 anos e sem diagnóstico da doenças. Os participantes responderam a questionários sobre seus hábitos de aprendizagem aos 18, 40 e 80 anos.

Com o questionário em mãos, os pesquisadores acompanharam os pacientes por um período de 8 anos, no qual conseguiram constatar que pessoas que mantiveram um maior nível de aprendizado ao longo da vida apresentaram sintomas de Alzheimer com um atraso de cinco a sete anos em relação àqueles com menor nível de aprendizagem ao longo da vida.

Na fotos dois idosos aparecem lendo em um trem - o hábito de pode minimizar o aparecimento de Alzheimer - Metrópoles
Manter hábitos de leitura, escrita e aprendizagem podem retardar o declínio cognitivo relacionado ao Alzheimer

Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?