Andreza Matais

Lula não se sente na obrigação de usar BB e Caixa para salvar BRB

Planalto quer evitar qualquer movimento que alivie o governador do DF de responsabilização pelos negócios do BRB com o Banco Master

atualizado

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Igo Estrela / Metrópoles
Ibaneis Rocha - Metrópoles
1 de 1 Ibaneis Rocha - Metrópoles - Foto: Igo Estrela / Metrópoles

O governo Lula orientou a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil a só comprar ativos do Banco de Brasília (BRB) quando o governador Ibaneis Rocha (MDB) estiver politicamente inviabilizado.

A ordem é não fazer nenhum movimento que livre o governador de eventual responsabilização pela interferência política que levou o BRB a fechar negócios com o Banco Master, colocando a instituição pública em risco.

O BRB comprou R$ 16 bilhões em carteiras de crédito do Master e foi impedido pelo Banco Central de adquirir a instituição financeira de Daniel Vorcaro. A oferta era de R$ 2 bilhões. O empresário já confidenciou, inclusive, que o plano inicial era o inverso: o Master comprar o BRB.

Na avaliação do governo, a solução para o futuro do BRB deve ser dada pelo próprio sistema financeiro, em negociações conduzidas pelo Banco Central.

 

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