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Alfredo Henrique

PM alega sexo "consensual" com adolescente que o acusa de estupro.

Militares foram presos em flagrante após jovens acusá-los de roubar celulares e de um dos PMs estuprar adolescente durante carona em SP

25/08/2026 12:27, atualizado 25/08/2026 12:33
Reprodução/Polícia Civil
Homem pardo sem barba e cabelo curto, a direita, e a esquerda reprodução de câmera de monitoramento - Metrópooes

O policial militar Willian Santana Santos, de 24 anos (imagem em destaque), admitiu ter mantido relações sexuais com uma adolescente, de 17 anos, que acusa o soldado de tê-la estuprado, sob a ameaça de uma arma de fogo, na madrugada dessa segunda-feira (24/8), na zona leste paulistana.

O momento em que as vítimas embarcam no Volkswagen Fox, no qual o crime teria ocorrido, foi registrado por uma câmera de monitoramento (assista abaixo).

Como revelou a coluna, Willian e o também soldado Victor Miguel Sebastião da Silva, 27, foram presos em flagrante sob a suspeita de crime sexual e, também, por roubar dois celulares — pertencentes à jovem supostamente estuprada e uma amiga dela. Ambos seriam submetidos a uma audiência de custódia, na tarde desta terça-feira (25/8).

As duas jovens, de 17 e 18 anos, além de um rapaz, de 19, aparecem desembarcando do carro, cujos bancos dianteiros são ocupados pelos PMs de folga, às 2h34. As três vítimas então saem de perto dos policiais de folga, que ficam conversando próximo ao porta-malas do veículo, até que o trio retorna, às 2h40.

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Os jovens conversam separadamente, enquanto a dupla de PMs aguarda à curta distância. Cerca de três minutos depois, todos embarcam no carro, que sai do estacionamento do posto. O roubo, seguido do estupro, teria ocorrido logo após isso.

A dupla de militares, que estava de folga, foi localizada graças à placa do carro usado no crime. A prisão de ambos foi acompanhada pela Corregedoria da corporação.

PM, SSP e defesas

Em nota a PM afirmou “não tolerar” desvios de conduta e que “agiu com firmeza” ao saber do caso, apresentando os dois militares à Polícia Civil.

“O caso é apurado com o máximo rigor por meio de Inquérito Policial Militar (IPM) e também está sob investigação da Polícia Civil”.

Os advogados dos policiais foram procurados pela coluna, na manhã desta terça. O espaço segue aberto para manifestações.