Proibida de falar nome de Arthur Aguiar, Mayra dispara: “Quem deve, teme”

Em conversa com a Coluna Leo Dias, a empresária Mayra Cardi falou: "“Se não conseguem desmentir, a única opção é silenciar”

atualizado 03/08/2020 15:35

Reprodução/Instagram

Na última sexta-feira (31/7), Mayra Cardi recebeu em casa um oficial de Justiça que lhe entregou uma intimação proibindo-a de falar publicamente o nome do ex-marido, Arthur Aguiar. O jornalista Erlan Bastos já havia noticiado a decisão, na quarta-feira passada (29/8), antes de a empresária e digital influencer ter sido notificada. Na ocasião, ela disse que não haveria problema algum em deixar de pronunciar o nome Arthur Aguiar.

“É só eu falar a palavra embuste que todo mundo vai entender sobre quem eu estou falando”, disse em um vídeo.

Hoje, em conversa com a Coluna Leo Dias, Mayra confirmou o recebimento da determinação judicial e emitiu uma nota sobre o fato. Nela, a empresária reafirma que tudo o que falou até hoje sobre o ex, inclusive as “diversas traições”,  não foi desmentido.

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Mayra reforçou ainda que atitude como essa, a de obrigar o silêncio através de uma decisão judicial, é típico de quem “deve” algo. “Se não conseguem desmentir, a única opção é silenciar”.

Abaixo, a Coluna Leo Dias publica a íntegra da nota de Mayra Cardi:

“Venho por meio desta esclarecer que fui intimada. Mas, acho que preciso dizer algumas coisas sobre esse burburinho a respeito da intimação.

Antes de comentar sobre o que não pode mais ser dito, queria comentar sobre o que já foi falado.

Até agora, tudo o que eu falei sobre o assunto relacionado à minha separação e às diversas traições foi comprovado: cada afirmação minha foi, primeiramente, verificada para saber a origem da informação antes de divulgá-la. Eu tenho relatos, prints e depoimentos de pessoas que contaram o que aconteceu. Eu sempre tomei o cuidado de não sair falando qualquer coisa.

O ponto é: tudo o que eu disse até agora foram fatos e episódios que realmente aconteceram, e que até o presente momento NÃO foram desmentidos. Pelo contrário, todos foram confirmados, inclusive pela ‘parte autora das traições’ — já que não posso falar nomes.

Agora, quanto à proibição, é natural que se queira me proibir de falar: quem deve, teme. É um padrão desse tipo de pessoa, principalmente quando são pegas: se não conseguem desmentir, a única opção é tentar silenciar. Contra fatos, não há argumentos.

Mas, em cumprimento à determinação judicial, não posso mais me manifestar sobre o assunto. A decisão será cumprida e todos os fatos esclarecidos no Poder Judiciário.”

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