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O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) voltou a ser questionado sobre o pagamento da terceira parcela do reajuste salarial aprovado para 32 categorias de servidores ainda na gestão Agnelo Queiroz (PT). Enquanto sancionava a lei que reestrutura a tabela de vencimentos dos funcionários do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), na tarde desta quarta-feira (7/3), o chefe do Executivo foi interpelado por servidores sobre a correção.

“Hoje, ele repôs parte do que tirou da gente em 2015. Mas a lei deveria prever também a terceira parcela do nosso reajuste, que é nosso direito”, afirmou Marta Rosane Cabral, 47 anos, servidora do SLU há 27.

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do Distrito Federal (Sindireta), Ibrahim Yusef, ratificou a posição da servidora.

“O governador não concedeu os reajustes, com a alegação de que estava impossibilitado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Agora que não tem mais essa restrição, é momento de cumprir a lei e dar o aumento”, disse Yusef. Ele alega que, até o momento, não houve abertura de diálogo com os servidores.

A lei que reestrutura a tabela de vencimentos dos servidores do SLU concede aumento salarial aos 800 funcionários do órgão. Os percentuais variam entre 10% e 18%, e terão impacto anual de R$ 13 milhões no orçamento.



 


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