Briga entre Hermeto e ex-mulher faz barulho dentro e fora da CLDF

Na semana passada, o TJDFT determinou, com base na Lei Maria da Penha, que o distrital mantenha 300 metros de distância de Vanusa Lopes

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atualizado 05/11/2019 16:46

Apoiadoras da ex-mulher do deputado Hermeto (MDB), Vanusa Lopes, movimentaram o lado de fora da Câmara Legislativa (CLDF) nesta terça-feira (05/11/2019). Enquanto os distritais se reuniam para instalar a CPI do Feminicídio, em um carro de som que circulava no entorno da sede do Legislativo local, quatro mulheres gritavam palavras em defesa de Vanusa. O veículo também estampava faixa em apoio a ela.

No início da tarde, a própria Vanusa chegou a descer e registrar o momento.

Na semana passada, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) determinou, com base na Lei Maria da Penha, que Hermeto mantenha 300 metros de distância da ex-parceira. A medida protetiva passou a valer na quarta (30/10/2019) e, segundo a ex-companheira do emedebista, foi motivada por violência psicológica, moral e destruição da reputação dela.

O deputado e ex-policial militar era um dos membros da CPI e abriu mão da função após o escândalo conjugal vir à tona.

Hermeto negou as acusações e afirmou que os motivos para a denúncia são a recusa dele em reatar o relacionamento e sua participação na CPI do Feminicídio. O deputado, inclusive, disse que já previa a atitude da ex-companheira no pedido de divórcio. “Eu é que entrei com o pedido de divórcio há mais de um mês, porque ela me traiu. Eu coloquei na petição, há um mês. Ela não aceita que eu não queira voltar para casa, estou feliz e namorando”, declarou o parlamentar.

SOBRE OS AUTORES
Lilian Tahan

Dirige desde setembro de 2015 o site de notícias Metrópoles. É formada em comunicação social pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em jornalismo digital e gestão de empresa de comunicação pela ISE Business School, instituição vinculada à Universidade de Navarra, na Espanha. Antes do Metrópoles, trabalhou por 12 anos no Correio Braziliense e dois anos na revista Veja Brasília. Ao longo da carreira, conquistou prestigiados prêmios de jornalismo, como Esso, Embratel, CNT, CNI, AMB, MPT, Engenho.

Maria Eugênia

Formou em jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) em 1988. No Jornal de Brasília, chegou ao cargo de editora-chefe. Trabalhou também no Correio Braziliense, na Band News FM, e foi coordenadora-adjunta de Comunicação para a Copa do Mundo 2014, junto ao Governo do Distrito Federal (GDF).

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