Barbeiro que matou namorada e simulou prêmio na loteria para fugir vai a júri

Caso será avaliado pelo Tribunal do Júri do Paranoá na quinta-feira (29/10). Ele foi denunciado por homicídio triplamente qualificado

atualizado 27/10/2020 18:34

Antônio Alves Pereira Reprodução

O barbeiro Antônio Alves Pereira será julgado na quinta-feira (29/10) pelo assassinato de sua então companheira, Maria dos Santos Gaudênio, em 19 de março de 2019, no Itapoã. As investigações revelaram que, após o crime, ele simulou ter ganhado na loteria para justificar sua fuga para outro estado.

Pereira foi denunciado por homicídio triplamente qualificado (motivação fútil, crueldade e feminicídio). Ele pode ser condenado a uma pena de 12 a 30 anos. O caso será submetido ao Tribunal do Júri do Paranoá.

De acordo com as investigações, durante uma discussão motivada por banalidades, o barbeiro empurrou Maria contra a parede. Ela bateu a cabeça e caiu. A vítima foi espancada com um pedaço de madeira e esfaqueada. Foram cinco perfurações. Após matar a companheira, Pereira teria coberto a vítima com uma manta e fugido. O corpo de Maria dos Santos foi encontrado pela filha, dias depois.

Em seguida, o barbeiro entrou em contato com o patrão, por meio do WhatsApp, informando que estava indo embora do Distrito Federal por ter ganhado um prêmio na loteria. Ele foi detido no Maranhão.

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