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É o bicho!

Babás de pet chegam a lucrar R$ 3 mil por mês em Brasília

Petsitters brasilienses estão encontrando nesse mercado uma oportunidade profissional

13/12/2019 05:30, atualizado 18/12/2019 16:26
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Foto: Metrópoles/Rafaela Felicciano
Babás de pet chegam a lucrar R$ 3 mil por mês em Brasília

Quando o assunto é cuidar de pets, os tutores não pensam duas vezes na hora de agradá-los. Por isso o mercado cresce constantemente, em 2020 o segmento pode chegar a faturar R$ 20 bilhões. E não para por aí, muitos brasilienses têm visto no ramo uma maneira de garantir a própria renda e encontrar novas profissões.

A profissão

Amor aos pets é algo essencial para trabalhar com os bichinhos. A cuidadora Corina Drumond se especializou em direito dos animais atuando no ramo e um dia resolveu se dedicar inteiramente a esse mercado. Ela iniciou o trabalho de petsitter na capital – os clientes no início eram apenas seus amigos, mas, com o tempo, sua clientela aumentou e hoje ela trabalha com mais de 90 tutores em Brasília.

“Um dia virei para o meu chefe e disse que queria sair do escritório, logo depois iniciei meu trabalho e estou há cinco anos no ramo. Coloco muito amor, dedicação e responsabilidade em tudo que faço, cada animal para mim é especial, por isso hoje consigo tirar minha renda dessa profissão. Os clientes confiam muito no que faço e também são muito exigentes”, conta.

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Os clientes de Corina no início eram seus amigos, mas, com o tempo, sua clientela aumentou e hoje ela trabalha com mais de 90 tutores em Brasília
De acordo com Corina, amor e dedicação são essenciais no ramo pois a maioria dos clientes é exigente e vê cada <i>pet</i> como um filho
Em alguns casos, Corina recebe para ficar algumas horas com os bichinhos, brincando ou vendo desenhos. Nos casos em que os tutores viajam com frequência, ela chega a dormir na casa deles para cuidar dos <i>pets</i>
Cuidadora especialista em direito processual civil e especializada em causas animais, Corina atua com questões voltadas às causas pet
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Cuidadora especialista em direito processual civil e especializada em causas animais, Corina atua com questões voltadas às causas pet

Foto: Metrópoles/Rafaela Felicciano
Os clientes de Corina no início eram seus amigos, mas, com o tempo, sua clientela aumentou e hoje ela trabalha com mais de 90 tutores em Brasília
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Os clientes de Corina no início eram seus amigos, mas, com o tempo, sua clientela aumentou e hoje ela trabalha com mais de 90 tutores em Brasília

Foto: Metrópoles/Rafaela Felicciano
De acordo com Corina, amor e dedicação são essenciais no ramo pois a maioria dos clientes é exigente e vê cada <i>pet</i> como um filho
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De acordo com Corina, amor e dedicação são essenciais no ramo pois a maioria dos clientes é exigente e vê cada pet como um filho

Foto: Metrópoles/Rafaela Felicciano
Em alguns casos, Corina recebe para ficar algumas horas com os bichinhos, brincando ou vendo desenhos. Nos casos em que os tutores viajam com frequência, ela chega a dormir na casa deles para cuidar dos <i>pets</i>
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Em alguns casos, Corina recebe para ficar algumas horas com os bichinhos, brincando ou vendo desenhos. Nos casos em que os tutores viajam com frequência, ela chega a dormir na casa deles para cuidar dos pets

Foto: Metrópoles/Rafaela Felicciano

Antes de iniciar o trabalho, a cuidadora faz uma visita de ambientação e pede para que os tutores preencham uma ficha contando detalhes sobre a vida e o histórico de saúde do bichinho. Corina cobra por hora e o preço varia de acordo com cada trabalho, dependendo das necessidades, quantidade de animais e tempo que passará com o pet. Além disso, a cuidadora já fez cursos em São Paulo e Rio de Janeiro sobre alimentação, comportamento e auxiliar de veterinário exercendo um trabalho de bem-estar com os pets e as famílias. Em altas temporadas, ela garante que consegue faturar até cinco vezes o valor que cobra em outros períodos.

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“Eu vou passar um tempo com aquele animal, então preciso saber tudo sobre ele. Em alguns casos, vou só para ficar no local algumas horas, pois o pet não fica sozinho. Em outras ocasiões, faço vários serviços, como passear e alimentar, pois alguns tutores viajam com frequência e ficam mais tranquilos comigo por perto – eles tratam os pets como filhos”, afirma.

Os buldogues franceses Páprica Picante e Fetuccine Alfredo são exemplos – Corina recebe para passar um tempo com a cachorrinha e seu irmão. De acordo com a tutora dos animaizinhos, a arquiteta Tainá Martins, os dois têm personalidades distintas e o trabalho da cuidadora é muito importante. “Eles não ficam sozinhos, principalmente a Páprica. Por isso, quando vamos sair, chamamos a Corina, é uma forma para que eu me tranquilize enquanto estou fora”, afirma.

https://www.instagram.com/p/Bzl0zorl7Z1/?igshid=1utnsr3ri4wol