
Claudia MeirelesColunas

Seminário sobre mulheres empreendedoras conta com convidadas ilustres
O estudo Mulheres, Empresas e o Direito 2019 foi debatido pela Câmara das Mulheres Empreendedoras da Fecomércio-DF, CNC e Banco Mundial
atualizado
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A Câmara das Mulheres Empreendedoras da Fecomércio-DF, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e o Banco Mundial (BC) realizaram o 1º Seminário Mulheres, Empresas e o Direito – Uma Visão Internacional Comparada. O evento aconteceu na última segunda-feira (12/08/2019). Na ocasião, representantes das instituições apresentaram o estudo Mulheres, Empresas e o Direito 2019, e os resultados da pesquisa Empreendedorismo Feminino no Brasil 2018, do Sebrae Nacional.
Durante a ação, a diretora do BC para o Brasil, Paloma Anós Casero; a procuradora-geral do Distrito Federal, Fabiana Barreto; a especialista sênior em questões legais e de gênero no BC, Paula Tavares; a deputada federal Celina Leão (PP); e a secretária nacional de Justiça, Maria Hilda Marsiaj, discutiram o conteúdo, as publicações e a importância do crescimento do número de mulheres empreendedoras para o progresso do mercado econômico brasileiro.
A ideia é acelerar o progresso. Apesar do avanço, ele ainda é lento. O trabalho do Banco Mundial para esse projeto é o de levantar os dados, levar as informações e mostrar o impacto econômico das reformas no mercado. Ficou evidente que os países que promoveram as reformas nesses últimos 10 anos tiveram melhora na economia com maior quantidade de mulheres no mercado de trabalho e maior renda de maneira geral.
“Trabalho em Washington, capital dos Estados Unidos, em um projeto que avalia o impacto da legislação na participação da mulher no mercado de trabalho e no empreendedorismo. A cada dois anos, lançamos um relatório com a atualização dos dados. Mulheres, Empresas e o Direito 2019 é uma edição dos 10 anos, fazendo avaliação retrospectiva. De forma global, foram 5% de aumento na igualdade de gênero durante essa década. Temos ainda muito a avançar”, contou Paula Tavares.
O impacto econômico dos países pela não participação plena da mulher é grande. Segundo o Banco Mundial, há perda de US$ 160 trilhões em termos de diferença de renda entre homens e mulheres ao longo da vida. Se fosse equivalente, o produto interno bruto (PIB) global teria um ganho de 14%.
Mostrar o impacto econômico tem sido um fator importante para convencer os países de incentivar a inclusão de mulheres.
Confira os cliques:


























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