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Conheça experimentos científicos para entreter as crianças nas férias

Os experimentos científicos ajudam a aumentar o desenvolvimento cognitivo e diminuir o tempo das crianças em frente as telas de celulares

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Aguardado com tanto entusiasmo, o período de férias escolares pode ser um desafio para pais e responsáveis manterem os pequenos entretidos. No entanto, a ciência aparece como a salvação. Experiências científicas simples feitas em casa são uma forma divertida e educativa de despertar a curiosidade das crianças.

Além de entreter, os experimentos científicos ajudam a aumentar o desenvolvimento cognitivo e diminuir o tempo de telas. Ao mesmo tempo, fazer atividades com a família fortalece os vínculos afetivos.

“O período de férias escolares é um desafio para muitas famílias que buscam evitar o excesso de tempo das crianças em frente às telas. Como nem todos têm acesso a espaços como playgrounds, quadras ou piscinas, é necessário usar a criatividade para oferecer alternativas divertidas e educativas em casa”, explica a pedagoga Nataelle dos Santos Soares, coordenadora da educação infantil do Colégio Católica Brasília.

Principais experimentos para fazer em casa

  • Vulcão de bicarbonato e vinagre: em um recipiente, como um copo ou um pote, misture bicarbonato de sódio, vinagre e corante alimentício e observe a reação incrível.
  • Água e pimenta: para fazer uma experiência que demonstra a importância da higiene, em um prato com água, adicione pimenta-do-reino e detergente. A a reação química fará a pimenta se afastar do detergente, mostrando a ação do sabão.
  • Massinha caseira: misture farinha de trigo, sal, água e corantes alimentares para fabricar sua própria massinha de modelar.
  • Explosão de cores no leite: em um prato raso, coloque leite e em seguida os corantes; depois, passe detergente na ponta de um cotonete e mergulhe no prato para a explosão de cores acontecer.
  • Vulcão no refrigerante: em um ambiente aberto, coloque balinhas efervescentes em uma garrafa de refrigerante para que, através de uma reação química, a espuma exploda como se fosse um vulcão.
  • Slime caseiro: misture bem cola líquida, bicarbonato de sódio e corante para fazer seu próprio slime.

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O experimento do vulcão caseiro é um dos mais conhecidos e simples de fazer

Use a criatividade

Apesar de parecer difícil, não é preciso ter ingredientes mirabolantes e nem realizar grandes investimentos para realizar experimentos científicos em casa. Com materiais simples, como detergentes, corantes alimentícios, água, vinagre, farinha, bicarbonato de sódio e outros, é possível criar verdadeiros laboratórios químicos dentro de casa e explorar a criatividade tanto dos pais quanto das crianças.

“As férias são uma excelente oportunidade para fortalecer vínculos afetivos e criar memórias em família. Não é necessário investir em brinquedos caros ou passeios elaborados. O mais importante é estar presente, oferecendo tempo de qualidade e atenção verdadeira às crianças”, finaliza Nataelle.

Riscos das telas

Experimentos científicos e brincadeiras são essenciais para diminuir um problema que vem crescendo cada vez mais entre as crianças: o tempo excessivo na frente de celulares e tablets. O uso excessivo de telas aumenta o risco do desenvolvimento de problemas como insônia, ansiedade, depressão, dificuldade de concentração, atraso no desenvolvimento da fala e linguagem, problema de visão, obesidade e sedentarismo nos pequenos.

Para evitar prejuízos físicos e cognitivos nas crianças, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) orienta o seguinte limite de uso de telas por faixa etária:

  • Até 2 anos: nenhum tempo de tela;
  • De 2 a 6 anos: até 1 hora por dia;
  • De 6 a 11 anos: até 2 horas por dia;
  • De 12 a 18 anos: até 3 horas por dia.

“O uso excessivo de telas pode limitar a exploração prática de objetos, brinquedos e jogos, reduzir as interações sociais, levando ao isolamento, além do risco de exposição das crianças a conteúdos inapropriados. Além disso, há sinais físicos como irritação nos olhos, dores cervicais por má postura, dores de cabeça e baixa qualidade do sono”, diz a coordenadora de pedagogia Marta Mondini, do Centro Universitário Fapi, no Paraná.

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