Rayane Figliuzzi reage após operação em clínica terminar em prisão
Rayane Figliuzzi se pronunciou após uma operação da polícia em sua clínica de estética, localizada no Rio de Janeiro
atualizado
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Rayane Figliuzzi se pronunciou após uma operação da polícia em sua clínica de estética. A ação foi realizada nessa quinta-feira (11/12) pela Delegacia do Consumidor, com apoio da Vigilância Sanitária, no bairro da Taquara, Rio de Janeiro.
Em nota, a ex-A Fazenda 17 e namorada do cantor Belo alegou que, por conta do reality show, estava afastada da gestão de seu negócio. Ela ainda disse que a clínica estava “completamente fechada e com atividades encerradas”.
“Entrei para o confinamento do reality show A Fazenda em setembro, tendo saído do programa recentemente. Durante esse período, estive totalmente afastada das minhas atividades profissionais e da gestão do meu antigo negócio”, afirma.
Veja a nota na íntegra:
Entrei para o confinamento do reality show A Fazenda em setembro, tendo saído do programa recentemente. Durante esse período, estive totalmente afastada das minhas atividades profissionais e da gestão do meu antigo negócio. Desde o meu retorno, estou apenas cumprindo compromissos de agenda relacionados à emissora e ao reality show.
Esclareço que a clínica de bronzeamento estava completamente fechada e com as atividades encerradas. O espaço vinha sendo utilizado exclusivamente como depósito da minha linha de biquínis.
Reafirmo que todas as máquinas estavam desligadas e com o funcionamento totalmente suspenso. Confio que todos os esclarecimentos serão feitos de forma transparente e que a verdade prevalecerá.
A operação na clínica
A fiscalização ocorreu nas salas 301 e 307 de um prédio situado na Estrada Miguel Salazar Mendes de Moraes, assim como divulgado pela colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles.
No local, os agentes encontraram uma esteticista trabalhando e se apresentando como responsável pela clínica. Identificada como Larissa Macedo Caldeira da Silva, ela foi presa em flagrante por crime contra as relações de consumo.
O procedimento policial teve início a partir de um boletim de ocorrência, no qual uma cliente relatou ter sofrido queimaduras após um procedimento estético no estabelecimento. Ela informou que o espaço não possuía condições adequadas para atendimento.
Durante a vistoria desta quinta-feira, o perito do Instituto de Criminalística Carlos Éboli identificou medicamentos impróprios para consumo humano, materiais fora da validade, equipamentos sem esterilização e ausência de qualquer documentação necessária para o funcionamento da clínica.
A esteticista foi conduzida à especializada para os procedimentos de praxe, e o estabelecimento permaneceu interditado. Segundo o auto, Rayane da Silva Figliuzzi responderá por crimes contra as relações de consumo, crime contra a saúde pública e possível lavagem de dinheiro.












