
Fábia OliveiraColunas

Vídeo mostra ação da polícia na clínica de Rayane Figliuzzi
Imagens revelam momentos da fiscalização que interditou o espaço na Taquara e levou à prisão da esteticista que atuava no local
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira teve acesso a vídeos que registram a operação realizada pela Delegacia do Consumidor com apoio da Vigilância Sanitária na clínica de estética pertencente à empresária Rayane da Silva Figliuzzi, ex-Fazenda e namorada do cantor Belo.
Veja vídeo
Fiscalização
As imagens mostram agentes inspecionando equipamentos, produtos e materiais utilizados no local durante a ação que levou à interdição do estabelecimento na última quinta-feira, dia 11, no bairro da Taquara, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
Funcionária presa
Segundo o auto de prisão em flagrante, a fiscalização ocorreu nas salas 301 e 307 de um prédio na Estrada Miguel Salazar Mendes de Moraes. Na ocasião, os agentes encontraram uma esteticista trabalhando e se apresentando como responsável pelo espaço. Identificada como Larissa Macedo Caldeira da Silva, ela foi presa em flagrante por crime contra as relações de consumo.
A operação teve início após um boletim de ocorrência registrado por uma cliente que relatou queimaduras sofridas durante um procedimento estético. No documento, a vítima afirmou que a clínica não possuía condições adequadas para atendimento.
Rayane responderá por crimes
Durante a vistoria, o perito do Instituto de Criminalística Carlos Éboli constatou diversas irregularidades, incluindo medicamentos impróprios para consumo humano, materiais vencidos, equipamentos sem esterilização e ausência de qualquer documentação necessária para o funcionamento da clínica. Essas situações também aparecem nos vídeos obtidos pela coluna, que mostram os agentes examinando frascos, instrumentos e aparelhos utilizados nos atendimentos.
A esteticista foi conduzida à especializada para os procedimentos de praxe, e o estabelecimento permaneceu interditado. De acordo com o auto, Rayane Figliuzzi responderá por crimes contra as relações de consumo, crime contra a saúde pública e possível lavagem de dinheiro.









