Quem é Bruno Mafra, cantor condenado por abuso sexual contra filhas

O cantor paraense Bruno Mafra, integrante da banda Bruno e Trio, foi condenado por abuso sexual contra as duas filhas

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Foto do cantor paraense Bruno Mafra
1 de 1 Foto do cantor paraense Bruno Mafra - Foto: Reprodução/Instagram

O cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, foi condenado pela Justiça do Pará por abuso sexual contra as duas filhas, quando ambas tinham menos de 14 anos. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.

Natural de Belém (PA), o artista ganhou projeção no cenário da música tecnobrega. Filho de advogados, ingressou aos 18 anos no curso de psicologia, seguindo orientação familiar. Formou-se em 2005 e, depois, retomou a carreira musical.

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Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual
O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio
Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação
Bruno Mafra é conhecido no cenário da música tecnobrega
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Bruno Mafra é conhecido no cenário da música tecnobrega

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Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual
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Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual

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O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio
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O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio

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Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação
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Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação

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À frente do Bruno e Trio, realizou shows em diferentes regiões do país. Em 2007, alcançou maior visibilidade com a música 24 Horas e participou de programas de TV, como o TV Xuxa. Recentemente, lançou uma parceria com a cantora Manu Bahtidão.

 

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Condenação

A Justiça do Pará condenou Bruno Mafra em primeira instância por abuso sexual contra as duas filhas. Segundo o processo, as denúncias surgiram em 2019, quando as vítimas, já adultas, relataram abusos sofridos na infância.

Os crimes teriam ocorrido entre 2007 e 2011, em Belém, quando elas tinham menos de 14 anos. As investigações indicam que os episódios aconteceram em diferentes locais, como a residência da família e um veículo.

Para a Justiça, há provas suficientes de autoria e materialidade, com base nos depoimentos reunidos ao longo da apuração. Procurada pelo Metrópoles, a defesa informou que o processo ainda não foi concluído e que pretende recorrer da decisão.

“O processo judicial ainda se encontra em curso, inexistindo, até o presente momento, decisão definitiva. Serão adotadas as medidas recursais cabíveis, uma vez que a defesa sustenta a existência de relevantes violações ao devido processo legal, com potencial comprometimento da validade jurídica dos atos processuais e da própria decisão proferida”, diz a nota.

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