Cantor Bruno Mafra é condenado por abuso sexual contra as duas filhas

A Justiça do Pará condenou o cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por abuso sexual contra as duas filhas

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Foto do cantor Bruno Mafra
1 de 1 Foto do cantor Bruno Mafra - Foto: Reprodução/Facebook

A Justiça do Pará condenou o cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por abuso sexual contra as duas filhas. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.

De acordo com o processo, as denúncias surgiram em 2019, quando, já adultas, as vítimas relataram abusos ocorridos durante a infância. Os fatos teriam acontecido entre 2007 e 2011, em Belém, quando elas tinham menos de 14 anos.

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O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio
Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação
Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual
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Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual

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O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio
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O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio

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Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação
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Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação

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As investigações apontam que os episódios ocorreram em diferentes ambientes, como a casa da família e um veículo. Para a Justiça, há elementos suficientes que comprovam autoria e materialidade, com base nos depoimentos reunidos ao longo da apuração.

Procurada pelo Metrópoles, a defesa do artista afirmou que a ação ainda não foi concluída e que pretende recorrer da decisão.

“O processo judicial ainda se encontra em curso, inexistindo, até o presente momento, decisão definitiva. Serão adotadas as medidas recursais cabíveis, uma vez que a defesa sustenta a existência de relevantes violações ao devido processo legal, com potencial comprometimento da validade jurídica dos atos processuais e da própria decisão proferida”, diz a nota.

A equipe jurídica também demonstrou preocupação com a divulgação de informações sobre o caso, já que o processo tramita em sigilo, segundo a defesa. “Circunstância que, em tese, exige rigorosa observância das restrições legais de acesso e divulgação, tanto para a preservação da regularidade processual quanto para a proteção dos direitos das partes envolvidas”, alega.

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