Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Celebridades

Cantor Bruno Mafra é condenado por abuso sexual contra as duas filhas

A Justiça do Pará condenou o cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por abuso sexual contra as duas filhas

27/03/2026 15:39, atualizado 04/04/2026 13:21
Compartilhar notícia
Reprodução/Facebook
Foto do cantor Bruno Mafra

A Justiça do Pará condenou o cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por abuso sexual contra as duas filhas. A decisão é de segunda instância e ainda cabe recurso.

De acordo com o processo, as denúncias surgiram em 2019, quando, já adultas, as vítimas relataram abusos ocorridos durante a infância. Os fatos teriam acontecido entre 2007 e 2011, em Belém, quando elas tinham menos de 14 anos.

Cantor Bruno Mafra é condenado por abuso sexual contra as duas filhas - destaque galeria
3 imagens
O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio
Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação
Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual
1 de 3

Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual

Reprodução/Facebook
O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio
2 de 3

O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio

Reprodução/Facebook
Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação
3 de 3

Equipe do cantor Bruno Mafra irá recorrer da condenação

Reprodução/Facebook

As investigações apontam que os episódios ocorreram em diferentes ambientes, como a casa da família e um veículo. Para a Justiça, há elementos suficientes que comprovam autoria e materialidade, com base nos depoimentos reunidos ao longo da apuração.

Receba no seu email as notícias de Celebridades

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Procurada pelo Metrópoles, a defesa do artista afirmou que a ação ainda não foi concluída e que pretende recorrer da decisão.

“O processo judicial ainda se encontra em curso, inexistindo, até o presente momento, decisão definitiva. Serão adotadas as medidas recursais cabíveis, uma vez que a defesa sustenta a existência de relevantes violações ao devido processo legal, com potencial comprometimento da validade jurídica dos atos processuais e da própria decisão proferida”, diz a nota.

A equipe jurídica também demonstrou preocupação com a divulgação de informações sobre o caso, já que o processo tramita em sigilo, segundo a defesa. “Circunstância que, em tese, exige rigorosa observância das restrições legais de acesso e divulgação, tanto para a preservação da regularidade processual quanto para a proteção dos direitos das partes envolvidas”, alega.