Poze do Rodo questiona ação policial em caso de estupro coletivo
O cantor de funk carioca usou as redes sociais para criticar a conduta policial com os homens que foram acusados do crime e presos
atualizado
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Poze do Rodo usou as redes sociais nesta quarta-feira (3/3) para desabafar sobre o caso de estupro coletivo no Rio de Janeiro. O artista gravou vídeos detonando, principalmente, a ação policial com os homens acusados pelo crime.
Em uma publicação, ele questiona por que os supostos criminosos foram conduzidos sem exposição do rosto e sem algemas para a delegacia.
“Não dá para aceitar isso não. Comigo foi maior esculacho. Os caras [policiais] vieram me prender sabendo que eu ia ser solto e me esculacharam. Me botaram de cara para a parede, mão para trás, cabeça abaixada, maior fuzuê, e depois me soltaram. […] E agora os caras [criminosos] conduzidos igual príncipe encantado“, desabafou.
Em seguida, Poze do Rodo detona os homens que são acusados de participação no estupro coletivo.
“Não consigo me controlar nesse momento. Não é possível que vão achar normal um estuprador. Imagina o pai da menina o que está pensando? Imagina o ódio da família? Esses comédias… Não tem papo de ser preso não. Deus me perdoe, essa raça não merece nem ser preso”, disse, sugerindo que o destino dos criminosos deveria ser mais cruel.
Caso de estupro coletivo
Um caso de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, ocorrido em 31 de janeiro dentro de um apartamento em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, viralizou após a exposição pública.
Segundo o delegado Ângelo Lajes, o caso foi uma “emboscada planejada”. A vítima teria sido atraída pelo ex-namorado, colega de escola, sob o pretexto de um encontro.
“Foi uma emboscada planejada, em que a vítima foi enganada por meio de um convite simulado feito por um dos agressores, que já havia se relacionado com ela e estuda no mesmo colégio. A partir dessa relação de confiança, ela foi ao imóvel para se encontrar com ele. No entanto, o quarto foi invadido por outros quatro adultos, que praticaram violência sexual, agressões físicas e violência psicológica”, afirmou.








