Na delegacia, Felipe Araújo diz que passou mal ao ir comprar pamonha

O cantor foi flagrado dormindo em seu carro no meio da rua, nesta quinta-feira (11/07/2019), e acordou com a polícia

Reprodução/TV AnhangueraReprodução/TV Anhanguera

atualizado 11/07/2019 17:09

O cantor Felipe Araújo passou boa parte desta quinta-feira (11/07/2019) na delegacia. Após ser abordado pela polícia por estar dormindo dentro de seu carro, na Avenida Jamel Cecílio, em Goiânia, o rapaz foi encaminhado para a Delegacia de Investigação de Crimes de Trânsito (Dict).

No local, conforme informações do portal G1, Felipe negou ter dormido ao voltante. “Não cochilei, não, isso é conversa fiada. Fui comprar uma pamonha perto da casa do meu pai, passei mal, parei o carro e, coincidentemente, tinha um carro da SMT [Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade] logo atrás de mim. Eles me abordaram, viram que eu não tinha habilitação”, contou.

“Eu não escolhi parar ali, senti um mal-estar e parei o carro para não seguir”, explicou o músico. Felipe, diante da Polícia Militar, não quis realizar o teste do bafômetro. A delegada Adriana Fernandes de Carvalho informou que o método (apesar da recusa do artista) não foi necessário.

“Ele estava bem, consciente, fala normal. Não vimos necessidade de teste”, afirmou, evidenciando o fato de Felipe não ter inferido bebida alcoólica.

O artista também desabafou sobre não possuir CNH (Carteira Nacional de Habilitação). “Não sei com que tempo vou tirar essa habilitação. Acho que não vou tirar pela falta de tempo, mas tenho várias pessoas que podem dirigir pra mim. Meus amigos, meu pai, minha família”, disse.

“Foi inocência. A pamonharia era muito perto de casa. Nunca imaginei que isso fosse acontecer”, declarou ainda. Felipe, conforme a delegada, já foi intimado a comparecer a uma audiência no Juizado Especial Criminal por dirigir sem CNH.

“Se for condenado, pode ter que cumprir uma pena alternativa, tipo pagamento de cesta básica. Mas antes de haver condenação, pode ocorrer uma transação penal, que é uma espécie de acordo. Nesse caso, ele não pode cometer outro crime desse dentro de cinco anos”, disse Adriana.

Segundo o G1, João Reis, pai do artista, se referiu ao episódio como “um vacilo”, mas que rendeu ao herdeiro “um aprendizado”.

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